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	<title>Associação dos Moradores e Amigos Jardim Botânico</title>
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	<description>Associação dos Moradores e Amigos Jardim Botânico</description>
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		<title>66º Mutirão do Parque Nacional da Tijuca</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 19:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcado para o próximo sábado, dia 31 de julho, o 66º Mutirão do Parque Nacional da Tijuca vai subir o Corcovado para realizar mais uma atividade envolvendo a sociedade e a preservação do patrimônio natural. Para o dia, estão previstas atividades de plantio de mudas, coleta de lixo, manutenção de encostas e limpeza da área, que serão lideradas por Lucio Palma, coordenador da equipe de monitores ambientais. Aos interessados em participar, gentileza olhar as informações abaixo. Dia: 31/07/2010 (sábado) Início: 9h Término: 14h Local da atividade: Corcovado Ponto de encontro: Estação do Trem do Corcovado (Cosme Velho) às 8h Atividades: - Escaladores da UNICERJ/CERJ e outros (devidamente equipados) farão a coleta do lixo nas áreas críticas com o uso dos equipamentos de segurança. Voluntários poderão receber o material retirado das encostas e transportarão até o local designado para depósito.  - Voluntários (escaladores ou não) realizarão a limpeza e manutenção da base da via K2, que se encontra muito suja com o lixo que desceu pelas encostas.  - Escaladores e Voluntários terão a oportunidade de percorrer e colaborar na manutenção da trilha do Parque Lage/Corcovado que está necessitando de contenção de encostas, colocação de alguns degraus e drenos e a instalação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcado para o próximo sábado, dia 31 de julho, o 66º Mutirão do Parque Nacional da Tijuca vai subir o Corcovado para realizar mais uma atividade envolvendo a sociedade e a preservação do patrimônio natural. Para o dia, estão previstas atividades de plantio de mudas, coleta de lixo, manutenção de encostas e limpeza da área, que serão lideradas por Lucio Palma, coordenador da equipe de monitores ambientais. Aos interessados em participar, gentileza olhar as informações abaixo.</p>
<p>Dia: <strong>31/07/2010</strong> (sábado)</p>
<p>Início: <strong>9h</strong></p>
<p>Término: 14h</p>
<p>Local da atividade: <strong>Corcovado</strong></p>
<p><strong>Ponto de encontro: Estação do Trem do Corcovado (Cosme Velho) às 8h</strong></p>
<p>Atividades:</p>
<p>- Escaladores da UNICERJ/CERJ e outros (devidamente equipados) farão a coleta do lixo nas áreas críticas com o uso dos equipamentos de segurança. Voluntários poderão receber o material retirado das encostas e transportarão até o local designado para depósito.</p>
<p> - Voluntários (escaladores ou não) realizarão a limpeza e manutenção da base da via K2, que se encontra muito suja com o lixo que desceu pelas encostas.</p>
<p> - Escaladores e Voluntários terão a oportunidade de percorrer e colaborar na manutenção da trilha do Parque Lage/Corcovado que está necessitando de contenção de encostas, colocação de alguns degraus e drenos e a instalação de corrente/corda no paredão de pedra.</p>
<p> - Voluntários também poderão colaborar com o plantio de 200 mudas de espécies da mata nativa da estrada que dá acesso ao monumento do Cristo Redentor. Essa área já foi preparada pelos monitores ambientais do PNT, que retiraram espécies exóticas (<em>Hibiscus</em>).</p>
<p><strong>IMPORTANTE:</strong> Usar roupas confortáveis, calçados fechado e de sola não lisa. Levar água, protetor solar, boné e repelente de mosquitos para os mais sensíveis.</p>
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		<title>Caminhos do Brasil &#8211; 4ª Edição na PUC de 10 a 13 de agosto</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/caminhos-do-brasil-4%c2%aa-edicao-na-puc-de-10-a-13-de-agosto/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:34:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Seminário Caminhos do Brasil, criado por alunos da PUC-Rio no ano de 2007, tem por objetivo discutir alguns dos grandes temas nacionais, com figuras de renome, das mais diferentes tendências ideológicas, afirmando a democracia como valor-chave no âmbito do debate acadêmico. O evento, em suas três edições realizadas, levou alguns dos mais notórios nomes da Academia brasileira, e em 2010, para além da conjuntura eleitoral, renova seu compromisso com o debate sobre o país. Terça-Feira, 10 de agosto de 2010 De 14 às 17hrs Caminhos do Brasil na Política Cunca Bocayuva &#8211; Confirmado Candido Mendes &#8211; Confirmado  João Paulo dos Reis Veloso &#8211; Confirmado Ricardo Ismael &#8211; Confirmado Quarta-Feira, 11 de agosto de 2010 De 10 às 13hrs Caminhos do Brasil na Cultura Frederico Lustosa &#8211; Confirmado Cristina Braga &#8211; Confirmado Nelson Sargento &#8211; Confirmado Otávio Velho &#8211; Confirmado De 14 às 17hrs Caminhos do Brasil no Direito Joaquim Falcão &#8211; Confirmado Fábio Leite &#8211; Confirmado Representante OAB-RJ Quinta-Feira, 12 de Agosto de  2010 De 10 às 13hrs Caminhos do Brasil na Sustentabilidade Carlos Minc &#8211; Confirmado Sérgio Abranches &#8211; Confirmado         Fernando Walcacer – Confirmado André Trigueiro &#8211; Confirmado De 14 às 17hrs Caminhos do Brasil no Desenvolvimento Plínio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Seminário Caminhos do Brasil, criado por alunos da PUC-Rio no ano de 2007, tem por objetivo discutir alguns dos grandes temas nacionais, com figuras de renome, das mais diferentes tendências ideológicas, afirmando a democracia como valor-chave no âmbito do debate acadêmico. O evento, em suas três edições realizadas, levou alguns dos mais notórios nomes da Academia brasileira, e em 2010, para além da conjuntura eleitoral, renova seu compromisso com o debate sobre o país.</p>
<p><strong>Terça-Feira, 10 de agosto de 2010<br />
De 14 às 17hrs<br />
</strong><span style="text-decoration: underline;">Caminhos do Brasil na Política<br />
</span>Cunca Bocayuva &#8211; Confirmado<br />
Candido Mendes &#8211; Confirmado <br />
João Paulo dos Reis Veloso &#8211; Confirmado<br />
Ricardo Ismael &#8211; Confirmado</p>
<p><strong>Quarta-Feira, 11 de agosto de 2010<br />
De 10 às 13hrs</strong><strong><br />
</strong><span style="text-decoration: underline;">Caminhos do Brasil na Cultura<br />
</span>Frederico Lustosa &#8211; Confirmado<br />
Cristina Braga &#8211; Confirmado<br />
Nelson Sargento &#8211; Confirmado<br />
Otávio Velho &#8211; Confirmado</p>
<p><strong>De 14 às 17hrs<br />
</strong><span style="text-decoration: underline;">Caminhos do Brasil no Direito<br />
</span>Joaquim Falcão &#8211; Confirmado<br />
Fábio Leite &#8211; Confirmado<br />
Representante OAB-RJ</p>
<p><strong>Quinta-Feira, 12 de Agosto de  2010<br />
</strong><strong>De 10 às 13hrs<br />
</strong><span style="text-decoration: underline;">Caminhos do Brasil na Sustentabilidade</span><br />
Carlos Minc &#8211; Confirmado<br />
Sérgio Abranches &#8211; Confirmado        <br />
Fernando Walcacer – Confirmado<br />
André Trigueiro &#8211; Confirmado</p>
<p><strong>De 14 às 17hrs<br />
</strong><span style="text-decoration: underline;">Caminhos do Brasil no Desenvolvimento<br />
</span>Plínio de Arruda Sampaio &#8211; Confirmado<br />
João Sicsú<br />
Paulo Ferracioli &#8211; Confirmado</p>
<p><strong>Sexta-Feira, 13 de Agosto de 2010<br />
</strong><strong>De 10 às 13hrs<br />
</strong><span style="text-decoration: underline;">Caminhos do Brasil na Economia</span><br />
Gustavo Franco &#8211; Confirmado<br />
Pedro Malan &#8211; Confirmado<br />
José Marcio Camargo &#8211; Confirmado</p>
<p><strong>De 14  às 17hrs</strong><strong><br />
</strong><span style="text-decoration: underline;">Caminhos do Rio de Janeiro</span><br />
Marly Motta &#8211; Confirmado     <br />
Pablo Benetti &#8211; Confirmado    <br />
Alessandro Molon &#8211; Confirmado    <br />
Alba Zaluar &#8211; Confirmado</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bens Públicos: Meu, Teu, de Todos Nós!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Litigo Fundiário JBRJ]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.amajb.org.br/?p=1639</guid>
		<description><![CDATA[1.  Certo professor de Direito costumava repetir, no primeiro ano do curso, que o Direito era o “mínimo ético” pactuado pela sociedade. Sempre gostei desta frase, pois explica a diferença entre o pode e o deve social. O Direito é o deve, ou não deve. O resto é pode, ou não pode, de acordo com as conveniências e crenças sociais, religiosas, culturais, familiares de cada um. 2.  A regulação social do direito dá normas para as relações entre indivíduos, que comumente adjetivamos de privadas, e normas para disciplinar o interesse geral, coletivo, que adjetivamos de normas públicas. Disciplinar o uso das coisas, dos espaços que pertencem a todos, indistintamente, é normatizar o que, no direito administrativo, é chamado de bens públicos. 3.  Os bens públicos, embora tecnicamente pertençam a um dos entes da Federação &#8211; União, Estado ou Município -  estão, do ponto de vista conceitual, apenas sob a guarda do Estado; isto para que seu uso seja destinado, ou como se diz tecnicamente, afetado a um uso de interesse de todos – público, ou coletivo. 4.  Por este motivo os bens públicos são divididos, pela lei (Código Civil), em três categorias: bens de uso comum, como as ruas, praias, praças; bens de uso especial, como os prédios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1.  Certo professor de Direito costumava repetir, no primeiro ano do curso, que o Direito era o “mínimo ético” pactuado pela sociedade. Sempre gostei desta frase, pois explica a diferença entre o pode e o deve social. O Direito é o deve, ou não deve. O resto é pode, ou não pode, de acordo com as conveniências e crenças sociais, religiosas, culturais, familiares de cada um.</p>
<p>2.  A regulação social do direito dá normas para as relações entre indivíduos, que comumente adjetivamos de <em>privadas</em>, e normas para disciplinar o interesse geral, coletivo, que adjetivamos de normas <em>públicas</em>. Disciplinar o uso das coisas, dos espaços que pertencem <strong>a todos, indistintamente</strong>, é normatizar o que, no direito administrativo, é chamado de<strong><em> </em></strong><em>bens</em><strong><em> públicos</em></strong>.</p>
<p>3.  Os bens públicos, embora tecnicamente pertençam a um dos entes da Federação &#8211; União, Estado ou Município - <em> estão, </em>do ponto de vista conceitual,<em> </em>apenas sob a <em>guarda </em>do Estado; isto para que seu uso seja <em>destinado,</em> ou como se diz tecnicamente<em>, </em><strong><em>afetado</em></strong><em> a um uso de interesse de todos – público, ou coletivo.</em></p>
<p>4.  Por este motivo os bens públicos são divididos, pela lei (Código Civil), em três categorias: bens de uso comum, como as ruas, praias, praças; bens de uso especial, como os prédios públicos, repartições; e bens dominiais, que são aqueles que não estão afetados, ou destinados a uso comum ou especial, pelo menos ainda.</p>
<p>5.  Pela Constituição Federal, os bens públicos <em>não são suscetíveis de aquisição por usucapião</em>. Usucapião é a previsão legal de um sujeito perder a propriedade de alguma coisa para outro sujeito, por decurso de prazo legal, quando aquele que se apropriou do bem alheio o fez sem oposição do proprietário original, e como se dono fosse.</p>
<p>6.  Porém, <em>esta</em> <em>previsão de perda da propriedade para outra pessoal não se aplica a bens públicos</em>.  A Constituição Federal é clara a respeito, e a frase que contém esta regra <em>foi repetida, igualzinha por duas vezes no Texto &#8211; “os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião”</em> (arts.183 e 191)<em> .</em></p>
<p>7.  Óbvio que o objetivo desta regra constitucional, <em>que não pode ser modificada ou mitigada por qualquer outra norma inferior à Constituição</em>, é proteger o patrimônio de <strong>todos</strong> os cidadãos contra a apropriação privada, apropriação esta que é o costume e prática “colonial” reiterada nestes 510 anos de história fundiária do País.   Não fosse esta regra estaria tudo tomado, sem exceção: ruas, praças, escolas (ou pedaços delas), prédios públicos, viadutos, hospitais ou parte deles, jardins, o Jardim Botânico (RJ), o Parque do Flamengo (RJ), a Colônia Juliano Moreira, o Instituto Benjamim Constant (RJ), o Instituto dos Surdos Mudos (RJ), o campo do Observatório Nacional (RJ), e tudo mais, muito mais, e cada um por uma razão especial!</p>
<p>8.  A lei é sempre mais sábia que os governantes, e o nosso “bom” futuro depende dela, e do seu cumprimento. Foi ela, a lei que fez a diferença entre o absolutismo e o Estado de Direito. No absolutismo o monarca, ou o ditador se entendia o soberano que tudo podia, e nada devia, pois se acreditava a encarnação do poder total do Estado <em>(l´état c´est moi</em>).</p>
<p><strong>Mas tudo isto é passado, graças a Deus, e aos governantes e cidadãos que cumprem a lei!</strong></p>
<p><strong>Retirado do blog da Professora Titular de Direito Administrativo e Urbanístico da UERJ e 1ª Suplente do Partido Verde na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Sonia Rabello.</strong></p>
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		<title>Projeto que Recebeu Menção Honrosa no Concurso do Museu do Meio Ambiente do JBRJ</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto tem como premissa a concepção de um espaço que valoriza o Museu do Meio Ambiente dentro do Jardim Botânico através da configuração de um “novo lugar” ao seu redor. Propõe-se a criação de um recinto cujo piso está a 1.35 metros abaixo do nível original do jardim chamado pátio do museu. Neste recinto, localizam-se a entrada do museu, a loja, a bilheteria, o guarda volumes, um jardim e o café que permanece no seu lugar original, mas cujo piso interno pode, pelo rebaixamento proposto, se estender por todo o pátio. A volumetria do edifício novo prioriza os visuais do passeio entre a Praça do “lago das tartarugas”, o Arboreto, e o museu existente. A partir deste eixo foram criados volumes de concreto autônomos, onde se encontram as áreas expositivas, separdas por fendas de luz. Tais volumes são conectados por passarelas e escadas metálicas – abertas – cuja seqüência cria um percurso contínuo capaz de vincular os programas do edifício novo com o existente. A seqüência expositiva proposta obriga o expectador a sair de um compartimento antes de entrar em outro, criando uma situação de pausa entre uma sala e outra. Um momento de reflexão ativado pelo contraste sensorial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1633" title="SIAAsite_MUMA_imagem_01" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_01-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>O projeto tem como premissa a concepção de um espaço que valoriza o Museu do Meio Ambiente dentro do Jardim Botânico através da configuração de um “novo lugar” ao seu redor. Propõe-se a criação de um recinto cujo piso está a 1.35 metros abaixo do nível original do jardim chamado pátio do museu. Neste recinto, localizam-se a entrada do museu, a loja, a bilheteria, o guarda volumes, um jardim e o café que permanece no seu lugar original, mas cujo piso interno pode, pelo rebaixamento proposto, se estender por todo o pátio.</p>
<p>A volumetria do edifício novo prioriza os visuais do passeio entre a Praça do “lago das tartarugas”, o Arboreto, e o museu existente. A partir deste eixo foram criados volumes de concreto autônomos, onde se encontram as áreas expositivas, separdas por fendas de luz. Tais volumes são conectados por passarelas e escadas metálicas – abertas – cuja seqüência cria um percurso contínuo capaz de vincular os programas do edifício novo com o existente. A seqüência expositiva proposta obriga o expectador a sair de um compartimento antes de entrar em outro, criando uma situação de pausa entre uma sala e outra. Um momento de reflexão ativado pelo contraste sensorial entre os ambientes interno e externo que move outros sentidos da percepção: tátil, olfativo e auditivo.</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1634" title="SIAAsite_MUMA_imagem_02" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_02-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>No centro deste percurso, no primeiro pavimento, encontra-se a sala de mídia, em um recinto de vidro, que se liga por meio de uma passarela coberta às salas dos pesquisadores no edifício existente. Esta localização nos pareceu estratégica no sentido de valorizar a interlocução da produção científica e a produção de conteúdos e imagens que alimentam as exposições, de forma dinâmica e ágil.</p>
<p>No segundo pavimento, criou-se um terraço aberto, generoso, estendendo-se além da projeção do edifício em direção à copa das árvores, criando um momento de descanso e contemplação neste percurso. O terraço se estende ainda em direção às salas de exposições temporárias do edifício existente, através de uma passarela descoberta, concluindo o percurso das salas expositivas. A partir desse ponto, o expectador desce as escadarias e alcança o saguão central do edifício histórico onde sugerimos a exposição de uma maquete geral do Jardim Botânico, e a implementação de uma midiateca.</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_03.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1635" title="SIAAsite_MUMA_imagem_03" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_03-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Desta forma, o museu novo se integra ao existente de maneira espontânea pela fluidez do sistema de circulação proposto, unindo programas e usos de cada edifício de forma complementar.</p>
<p>Ficha técnica<br />
Data do projeto: 2010<br />
Arquitetura: Ana Paula Pontes, Anderson Freitas, Catherine Otondo, Cesar Shundi Iwamizu, Jorge Pessoa, Marina Grinover, Francesco Perrotta Bosch, Regis Sugaya Colaboradores: Julie Trickett, Julio Cecchini, Luis Rodrigues</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_06.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1636" title="SIAAsite_MUMA_imagem_06" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_06-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Imagens e fonte: Site da SIAA Arquitetura</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Programa de Controle de Poluição Sonora &#8211; como usar?</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/programa-de-controle-de-poluicao-sonora-como-usar/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 19:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Através do nosso grupo iniciou-se um debate sobre barulho e poluição sonora, e a nossa moradora Heloisa Medeiros contribuiu com informações valiosas sobre o assunto. A fiscalização permanente do barulho é responsabilidade da Secretaria Municipal de Meio Ambiente através do Programa de Controle da Poluição Sonora, que possui verba própria e vários funcionários. O telefone de contato, para a nossa região, é 2224-8480. Caso encontre dificuldades ou não consiga registrar a reclamação, o caminho é relatar o acontecido na Ouvidoria da Prefeitura/secretaria do meio ambiente através do site http://www21.rio.rj.gov.br/siso/internet/ouvidoria.htm. Reproduzido abaixo está todo o conteúdo do programa e como a população pode agir quando precisar desse serviço. SMAC - Secretaria Municipal de Meio Ambiente Controle da Poluição Sonora Objetivos do Programa O som em excesso &#8211; ou indevido &#8211; acarreta conseqüências severas à qualidade de vida da população. Sua falta de controle afeta a saúde do indivíduo e contamina intensamente as relações sociais. A medida que a cidade cresce, queixas públicas relacionadas ao ruído tornam-se cada vez mais numerosas. No Rio de Janeiro, nada menos do que 60% das reclamações recebidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, são relacionadas à agressões sonoras. Esse percentual, em uma cidade com tantos outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Através do nosso grupo iniciou-se um debate sobre barulho e poluição sonora, e a nossa moradora Heloisa Medeiros contribuiu com informações valiosas sobre o assunto. A fiscalização permanente do barulho é responsabilidade da Secretaria Municipal de Meio Ambiente através do Programa de Controle da Poluição Sonora, que possui verba própria e vários funcionários. O telefone de contato, para a nossa região, é 2224-8480. Caso encontre dificuldades ou não consiga registrar a reclamação, o caminho é relatar o acontecido na Ouvidoria da Prefeitura/secretaria do meio ambiente através do site <a title="blocked::http://www21.rio.rj.gov.br/siso/internet/ouvidoria.htm" href="http://www21.rio.rj.gov.br/siso/internet/ouvidoria.htm">http://www21.rio.rj.gov.br/siso/internet/ouvidoria.htm</a>.</p>
<p>Reproduzido abaixo está todo o conteúdo do programa e como a população pode agir quando precisar desse serviço.</p>
<p><strong><em>SMAC</em> -<em> Secretaria Municipal de Meio Ambiente<br />
Controle da Poluição Sonora</em></strong></p>
<p><strong><em>Objetivos do Programa</em></strong></p>
<p><em>O som em excesso &#8211; ou indevido &#8211; acarreta conseqüências severas à qualidade de vida da população. Sua falta de controle afeta a saúde do indivíduo e contamina intensamente as relações sociais. A medida que a cidade cresce, queixas públicas relacionadas ao ruído tornam-se cada vez mais numerosas. No Rio de Janeiro, nada menos do que 60% das reclamações recebidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, são relacionadas à agressões sonoras. Esse percentual, em uma cidade com tantos outros focos potenciais de conflito ambiental, mostra com clareza a dimensão que a questão sonora ocupa junto a seus habitantes.</em></p>
<p><em> Tente escutar o retrato sonoro de sua cidade. É um concerto sonoro fascinante ou exasperador? Um ouvinte atento irá perceber quais são os instrumentos dominantes nessa &#8220;orquestra&#8221;: businas, sirenes, motocicletas, caminhões, britadeiras, serras elétricas, máquinas pesadas, aviões, helicópteros. Todos esses roncos saem mais forte que a voz humana. Juntos, no espaço de um século cresceram a ponto de espalhar uma epidemia de Poluição Sonora mundo afora.</em></p>
<p><em>Ecologia Acústica é, por extensão, o estudo da relação entre os organismos vivos e seu ambiente sonoro.</em></p>
<p><em>A paisagem sonora de um lugar é parte integrante do meio ambiente e, suas características são importantes para a determinação da qualidade ambiental. As interações entre os produtores de sons e aqueles que os recebem podem tomar a forma de conflito quando a produção sonora transforma-se em atividade sonora poluidora.</em></p>
<p><em>A Constituição Federal diz que o meio ambiente é um bem de uso comum do povo. Esta definição reconhece que o meio ambiente possui um valor em si. Um ambiente com boa qualidade de vida é uma riqueza social.</em></p>
<p><em><strong>A Secretaria Municipal de Meio Ambiente VISTORIA:</strong><br />
. Bares e restaurantes com música<br />
. Escolas e agremiações de samba<br />
. Templos de qualquer culto religioso<br />
. Sinaleiras de advertência<br />
. Clubes, oficinas e academias<br />
. Casas de espetáculo<br />
. Criadouros comerciais de animais<br />
. Obras e indústrias<br />
. Ruídos de equipamentos mecânicos (torres de refrigeração, sistema de exaustão mecânica e casas de máquinas).</em></p>
<p><em><strong>A Secretaria Municipal de Meio Ambiente NÃO VISTORIA:</strong><br />
. Carros de sons itinerantes<br />
. Vendedores ambulantes<br />
. Reuniões e aglomerações de pessoas em logradouro público<br />
. Escolas em atividades curriculares e complementares<br />
. Reclamações internas de condomínios<br />
. Animais<br />
. Ruídos de trânsito</em></p>
<p><em><strong>Para realizarmos as vistorias precisamos saber:</strong><br />
. Endereço do local onde ocorre o problema;<br />
. Dias e horários de maior freqüência;<br />
. Pontos de referência;<br />
. Se você autoriza que a medição seja efetuada a partir da casa do reclamante.</em></p>
<p><em><strong>Importante: </strong>sua identidade será preservada pois o sistema é sigiloso!!!</em></p>
<p><em>Você tem direito a um ambiente tranqüilo! Entre em contato conosco sempre que se sentir prejudicado. A SMAC agradece sua colaboração.</em></p>
<p><strong><em>Perguntas Frequentes:</em></strong></p>
<p><em><strong>O que é o SOM?</strong><br />
Som é o resultado audível de uma vibração. Nós vivemos em um mundo de vibrações. Essas vibraçãoes transmitem-se pelo ar, por meio de ondas, como as ondas do mar.</em></p>
<p><em>Mesmo o menor movimento provoca vibrações e, todas se propagam. Quando alguém bate um lápis em uma mesa, está transferindo ondas em movimento para as moléculas do móvel. Esse movimento empurra as moléculas de ar vizinhas que, por sua vez, empurrarão outras moléculas. O movimento vibratório do ar atinge o ouvido e faz com que o tímpano (uma espécie de tambor) também vibre. O som é uma forma de energia provocada por esse ir-e-vir de vibrações.</em></p>
<p><strong><em>Parâmetros do Som</em></strong></p>
<p><em>Som e ruído são grandezas físicas mensuráveis. Suas características podem ser captadas por meio de medidas de observação ou parâmetros fundamentais:</em></p>
<p><em>1. ALTURA, que é resultado do número de vibrações por segundo, medida em Hertz (Hz)<br />
2. DURAÇÃO, que é o tempo durante o qual o som é percebido<br />
3. TIMBRE, que é o resultado da combinação e do peso específica de cada um dos parciais harmônicos desse som e vibra de acordo com o material e formato do objeto em vibração (é o timbre que confere característica e personalidade ao som, o que permite que a fonte sonora seja identificada mesmo sem ser vista)<br />
4. INTENSIDADE, que traduz a pressão sonora produzida por esse som, medida em decibéis (dB)<br />
5. ESPAÇO, que traduz a posição espacial desse som, também registrada pela nossa audição e não explicada por nenhum dos parâmetros anteriores.</em></p>
<p><em><strong>O que é DECIBEL ?</strong><br />
O decibel é uma unidade de medida da intensidade do som. O ouvido humano é capaz de perceber pressões sonoras (intensidades) desde cerca de 0 dB (limiar da audição) até algo acima de 130 dB (limiar da dor). Como a audição registra com mais facilidade as frequências médias e agudas, o nível sonoro expresso em dB é corrigido por aparelhos de medição de ruído. Esse sistema de correção chama-se &#8220;filtro de ponderação&#8221;, &#8220;curva de ponderação&#8221;ou &#8220;escala de compensação&#8221;. Existem diversos sistemas mas, o mais comumente utilizado é a Escala de Compensação A – de nível sonoro expresso em dB(A) – e que representa a sensação de ruido efetivamente percebida pelo ouvido.</em></p>
<p><em>Exemplos em escala gradativa de medição por decibéis:<br />
Decolagem de avião a jato (a 33 metros): 130 dB(A)<br />
Britadeira ou perfuratriz: 120 dB(A)<br />
Show de rock (alto-falantes perto): 110 dB(A)<br />
Metrô (dentro do vagão): 95 dB(A)<br />
Aspirador de pó: 80 dB(A)<br />
Carro em movimento (a 5 metros):70 dB(A)<br />
Conversa normal: 60 dB(A)<br />
Sussurro leve:30 dB(A)</em></p>
<p><em>A exposição contínua a níveis de intensidade superiores a 85 dB, pode provocar danos auditivos, que podem progredir de acordo com a intensidade e duração dos sons emitidos, até a surdez total e irreversível.</em></p>
<p><em><strong>Como o RUÍDO prejudica nossa audição ?</strong><br />
O som estimula minúsculos sensores – espécies de filamentos- em nosso ouvido interno. Esses filamentos do ouvido podem ser danificados por ruído demasiado ou por exposição prolongada ao ruído.</em></p>
<p><em>Frequentemente, os danos ocorrem ao longo de um grande período de tempo, só sendo notados quando já é tarde demais. Se nada for feito, os sensores danificados, pouco a pouco, perdem a capacidade de transmitir estímulos ao cérebro. De início, perde-se a capacidade de registrar os sons mais delicados. Havendo evolução, chega-se à surdez total.</em></p>
<p><em>Aparelhos eletrodomésticos e máquinas elétricas, como serras, compressores e britadeiras, podem causar sérios danos aos seus usuários, sobretudo se esses permanecem próximos à fonte sonora. A lei brasileira determina a obrigatoriedade de se especificar, na embalagem, os níveis de ruídos, em decibéis, produzidos por máquinas ou aparelhos. Se a legislação fosse de conhecimento público e cumprida a rigor, a população seria prevenida contra a exposição abusiva ao ruído, estimulada ao uso de protetores ou, pelo menos, instruída a distanciar-se da fonte sonora.</em></p>
<p><em>Embora algumas fontes sonoras não estejam entre as causadoras de surdez irreversível ou outros danos, podem afetar o espírito, provocando estresse e alterações de humor. Sons de baixa intensidade podem ter efeitos debilitantes, causando elevação da pressão sangüínea, tensão nervosa, insônia, distúrbios de humor e decréscimo na habilidade de aprender. Pessoas perturbadas por ruído enquanto dormem, mesmo sem se dar conta da perturbação, no dia seguinte apresentam severas mudanças de humor e menor rendimento.</em></p>
<p><em>O ruído pode ser utilizado, deliberadamente, para matar ou debilitar.</em></p>
<p><strong><em>Principais Fontes de Ruído</em></strong></p>
<p><em>Nos grandes centros urbanos, a principal fonte de ruído é o tráfego de veículos.</em></p>
<p><em>Outra fonte de poluição sonora bastante significativa é o comércio representado, principalmente, pelas casas de diversão, bares e lojas de vendas de discos. Os cultos religiosos, os clubes e as agremiações carnavalescas contribuem, sobremaneira, para aumentar o número de denúncias de poluição sonora, assim como, os equipamentos de exaustão mecânica de estabelecimentos comerciais, ou maquinário industrial.</em></p>
<p><strong><em>Como é feita a MEDIÇÃO ?</em></strong></p>
<p><em>Decibelímetros utilizados pela SMAC</em></p>
<p><em>Bruel &amp; Kjaer, type 2232<br />
Larson Davis, type 2800<br />
Largon Davis, type 814</em></p>
<p><em>A medição deve ser feita, no mínimo, a 1.50 m da divisa do lote onde está ocorrendo o ruído, podendo ser realizada no local onde é sentido o incômodo.</em></p>
<p><strong><em>Legislação Municipal</em></strong></p>
<p><em>Os procedimentos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente para a fiscalização da poluição sonora, são pautados na Lei Municipal 3.268 de 29/08/2001, alterada pela Lei 3.342 de 28/12/2001. A referida Lei estabelece níveis máximos de ruídos, de acordo com a NBR 10.151, para os períodos diurnos e noturnos, que variam de acordo com o uso permitido para o local (residencial, comercial, etc). Além disso, independente de medição, são proibidos, entre outros, os ruídos produzidos por pregões, anúncio ou propaganda (de viva voz ou por instrumentos) e por animais que provoquem a intranqüilidade da vizinhança.</em></p>
<p><strong><em>Procedimentos de Fiscalização</em></strong></p>
<p><em>Para descentralizar a atuação da SMAC e no intuito de agilizar o atendimento às denúncias, foram criados os Escritórios Técnicos Regionais – ETRs – para atender às cinco Áreas de Planejamento da Cidade.</em></p>
<p><em>A fiscalização de poluição sonora pela SMAC se dá mediante segundo a ordem de procedimentos abaixo, para saber o telefone dos ETR&#8217;s para efetuar a denúncia acesse: Escritórios Técnicos Regionais.</em></p>
<p><em><strong>Procedimentos:</strong><br />
1.- Recebimento da Denúncia<br />
2.- Vistorias para constatação<br />
3.- Intimação ao infrator<br />
4.- Multas progressivas<br />
5.- Edital de interdição da fonte sonora<br />
6.- Vistorias de constatação de cumprimento do Edital<br />
7.- Cassação do Alvará do estabelecimento<br />
8.- Encaminhamento do processo à Procuradoria Geral do Município</em></p>
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		<title>Centro de Treinamento no Estádio de Remo</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/centro-de-treinamento-no-estadio-de-remo/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 14:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.amajb.org.br/?p=1624</guid>
		<description><![CDATA[Moradores da Zona Sul, Os praticantes de remo da Lagoa Rodrigo de Freitas iniciaram uma campanha para criação do CENTRO DE TREINAMENTO DE REMO DO BRASIL no Estádio de Remo da Lagoa, onde serão realizadas as competições dos Jogos Olimpicos de 2016. Convidamos todas as associações de moradores da Zona Sul e amigos do esporte a se manifestarem em favor do Centro de Treinamento no Estadio de Remo acessando o sitio: www.remo2016.com.br/apoio.htm Agradecemos o apoio e a divulgação em suas listas. Alessandro Zelesco Remador Master do Clube de Regatas Piraque]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Moradores da Zona Sul,</p>
<p>Os praticantes de remo da Lagoa Rodrigo de Freitas iniciaram uma campanha para criação do CENTRO DE TREINAMENTO DE REMO DO BRASIL no Estádio de Remo da Lagoa, onde serão realizadas as competições dos Jogos Olimpicos de 2016.</p>
<p>Convidamos todas as associações de moradores da Zona Sul e amigos do esporte a se manifestarem em favor do Centro de Treinamento no Estadio de Remo acessando o sitio:</p>
<p><a title="blocked::http://www.remo2016.com.br/apoio.htm" href="http://www.remo2016.com.br/apoio.htm" target="_blank">www.remo2016.com.br/apoio.htm</a></p>
<p>Agradecemos o apoio e a divulgação em suas listas.</p>
<p>Alessandro Zelesco</p>
<p>Remador Master do Clube de Regatas Piraque</p>
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		<title>Projeto pretende implantar sistema aquaviário na Lagoa Rodrigo de Freitas</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/projeto-pretende-implantar-sistema-aquaviario-na-lagoa-rodrigo-de-freitas/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 14:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[A solução para o caótico trânsito do Rio pode ser o projeto desenvolvido por dois escritórios de arquitetura. Pequenos barcos, com capacidade de passageiros semelhante a dos ônibus urbanos, cruzariam a Lagoa Rodrigo de Freitas. As embarcações teriam as rotas entre diferentes pontos, como o viaduto que dá acesso ao Túnel Rebouças ao Corte do Cantagalo, ou os bairros da Fonte da Saudade e do Humaitá à Praia de Ipanema, através do Canal do Jardim de Alah. Os arquitetos Leonardo Lattavo e João Pedro Backheuser dizem que o projeto não vai resolver o problema do trânsito no entorno da Lagoa, mas será mais uma alternativa de transporte público. Eles disseram que o transporte aquaviário é pouco explorado no Rio, e ressalta que os barcos poderiam fazer a integração com ônibus em pontos no entorno da Lagoa. Fonte: Site do Sidney Rezende]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A solução para o caótico trânsito do Rio pode ser o projeto desenvolvido por dois escritórios de arquitetura. Pequenos barcos, com capacidade de passageiros semelhante a dos ônibus urbanos, cruzariam a Lagoa Rodrigo de Freitas.</p>
<p>As embarcações teriam as rotas entre diferentes pontos, como o viaduto que dá acesso ao Túnel Rebouças ao Corte do Cantagalo, ou os bairros da Fonte da Saudade e do Humaitá à Praia de Ipanema, através do Canal do Jardim de Alah.<br />
<a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/z74.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1622" title="z74" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/z74.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a></p>
<p>Os arquitetos Leonardo Lattavo e João Pedro Backheuser dizem que o projeto não vai resolver o problema do trânsito no entorno da Lagoa, mas será mais uma alternativa de transporte público. Eles disseram que o transporte aquaviário é pouco explorado no Rio, e ressalta que os barcos poderiam fazer a integração com ônibus em pontos no entorno da Lagoa.</p>
<p>Fonte: Site do Sidney Rezende</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A AMAJB está recolhendo assinaturas contra o Projeto de Lei 161-2009 (10.887 assinaturas até 28/07)</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/a-amajb-esta-recolhendo-assinaturas-contra-o-projeto-de-lei-161-2009/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 04:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Litigo Fundiário JBRJ]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.amajb.org.br/?p=1512</guid>
		<description><![CDATA[Este projeto, que está para ser votado na Câmara de Vereadores, declara como Área de Especial Interesse Social (AEIS), para fins de urbanização e regularização, 19 núcleos (com 589 casas) e aproximadamente 3.000 habitantes instalados em terreno da União administrado pelo Jardim Botânico, no Horto. CLIQUE AQUI E ASSINE ABAIXO http://www.amajb.org.br/abaixo-assinado/ “Invasão ou não, a ocupação é ilícita, contra a lei. O estado de necessidade (moradia) de indivíduos que estão lá pode ser suprida de outras formas, e não justifica que se diga para todos os demais, também donos daquele espaço público, que eles perderão o seu direito coletivo para aqueles que ousaram descumprir a lei, ainda que justificado por um eventual estado de necessidade! E pior; que estes passaram a ter, pela ousadia do ilícito, a conquista de um direito individual de propriedade!” Retirado do blog da Sra. Sonia Rabello &#8211; Professora Titular de Direito Administrativo e Urbanístico da UERJ e 1ª Suplente do Partido Verde na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Se o projeto for aprovado, corremos alguns riscos: - A comunidade receberá títulos de posse destas terras e, em cinco anos, serão proprietários. Teremos, portanto, quase 600 propriedades espalhadas pelo parque do Jardim Botânico. - A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/abaixo_assinado.jpg"><img class="size-full wp-image-1515 alignleft" title="abaixo_assinado" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/abaixo_assinado.jpg" alt="" width="156" height="156" /></a></p>
<p>Este projeto, que está para ser votado na Câmara de Vereadores, declara como Área de Especial Interesse Social (AEIS), para fins de urbanização e regularização, 19 núcleos (com 589 casas) e aproximadamente 3.000 habitantes instalados em terreno da União administrado pelo Jardim Botânico, no Horto.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>CLIQUE AQUI E ASSINE ABAIXO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.amajb.org.br/abaixo-assinado/" target="_blank">http://www.amajb.org.br/abaixo-assinado/</a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;">“Invasão ou não, a ocupação é ilícita, contra a lei. O estado de necessidade (moradia) de indivíduos que estão lá pode ser suprida de outras formas, e não justifica que se diga para todos os demais, também donos daquele espaço público, que eles perderão o seu direito coletivo para aqueles que ousaram descumprir a lei, ainda que justificado por um eventual estado de necessidade! E pior; que estes passaram a ter, pela ousadia do ilícito, a conquista de um direito individual de propriedade!”</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;">Retirado do blog da Sra. Sonia Rabello &#8211; Professora Titular de Direito Administrativo e Urbanístico da UERJ e 1ª Suplente do Partido Verde na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Se o projeto for aprovado, corremos alguns riscos:</strong></p>
<p style="text-align: center;">- A comunidade receberá títulos de posse destas terras e, em cinco anos, serão proprietários. Teremos, portanto, quase 600 propriedades espalhadas pelo parque do Jardim Botânico.</p>
<p style="text-align: center;">- A criação da AEIS prevê a urbanização, construção de conjuntos habitacionais para quem mora em área de risco, abertura e pavimentação de ruas, criação de creches, áreas de lazer e centros comunitários dentro do parque Jardim Botânico, tombado pelo IPHAN! Projeto semelhante, criando uma AEIS, foi aprovado no Parque da Cidade algum tempo atrás. Em menos de 10 anos essa Área de Especial Interesse Social se tornou uma grande favela dentro do parque.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>AMA JB é contrária ao projeto porque:</strong></p>
<p style="text-align: center;">- O Jardim Botânico do Rio de Janeiro é uma Área de Preservação Permanente (APP) e é considerado pela UNESCO como reserva da biosfera, além de ser área tombada pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), incluindo-se ai o Horto Floresta</p>
<p style="text-align: center;">-De acordo com as regras de APP, nenhuma residência poderia ser construída a menos de 30 metros do Rio dos Macacos. No entanto muitas famílias construíram casas próximas ao rio, colocando suas vidas em risco em grandes chuvas.</p>
<p style="text-align: center;">- A regularização fundiária em áreas de preservação permanente somente é possível em caso de interesse social, caracterizado pela ocupação predominante de população de baixa renda. De acordo com a lei nº 8.742/93, família de baixa renda é aquela que aufere rendimento per capita de até ¼ do salário mínimo. O censo realizado em 2005 mostra que nenhuma família da comunidade do Horto se enquadra nesta categoria. Muitas têm renda superior a 10 salários. E algumas recebem mensalmente mais de 20 salários.</p>
<p style="text-align: center;">- Trata-se de terras da União, portanto a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro não poderia votar esse projeto.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>SE VOCÊ É CONTRA ESTE ABSURDO, ASSINE ABAIXO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.amajb.org.br/abaixo-assinado/">http://www.amajb.org.br/abaixo-assinado/</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>SOLICITAMOS QUE ENVIE ESSE E-MAIL PARA TODOS OS SEUS CONTATOS</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #ff0000;">Veja algumas matérias publicadas</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como vereadores tramam em silêncio e podem destruir Jardim Botânico – Arnaldo  Jabor</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="alignnone" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/jabor2.jpg" alt="" width="295" height="92" /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 138px; left: -10000px;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 10pt;">Este projeto, que está para ser votado na Câmara de Vereadores,<strong> </strong>declara como Área de Especial Interesse Social (AEIS), para fins de urbanização e regularização, 19 núcleos (com 589 casas) e aproximadamente 3.000 habitantes instalados em terreno da União administrado pelo Jardim Botânico, no Horto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 10pt;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">CLIQUE AQUI E ASSINE ABAIXO</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"><a href="../abaixo-assinado/" target="_blank">http://www.amajb.org.br/abaixo-assinado/</a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"><br />
</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="font-size: 10pt;">AMA JB é contrária ao projeto porque:</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 10pt;"> </span></strong><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">- O Jardim Botânico do Rio de Janeiro é uma Área de Preservação Permanente (APP) e é considerado pela UNESCO como reserva da biosfera, além de ser área tombada pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), incluindo-se ai o Horto Floresta</span><br />
<span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">-</span><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">De acordo com as regras de APP, nenhuma residência poderia ser construída a menos de 30 metros do Rio dos Macacos. No entanto muitas famílias construíram casas próximas ao rio, colocando suas vidas em risco em grandes chuvas.</span><br />
<span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"> </span><br />
<span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">- </span><span style="font-size: 10pt;">A regularização fundiária em áreas de preservação permanente somente é possível em caso de interesse social, caracterizado pela ocupação predominante de população de baixa renda. <span style="color: #06082c;">De acordo com a lei nº 8.742/93, família de baixa renda é aquela que aufere rendimento <em>per capita</em> de até ¼ do salário mínimo. O censo realizado em 2005 mostra que nenhuma família da comunidade do Horto se enquadra nesta categoria. Muitas têm renda superior a 10 salários. E algumas recebem mensalmente mais de 20 salários.</span></span><br />
<span style="font-size: 10pt;"><span style="color: #06082c;"> </span></span><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"> </span></p>
<p><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">- </span><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">Trata-se de terras da União, portanto a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro não poderia votar esse projeto.</span></p>
<p><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">Se o projeto for aprovado, corremos alguns riscos:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">- </span><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">A comunidade receberá títulos de posse destas terras e, em cinco anos, serão <strong>proprietários.</strong> Teremos, portanto, quase 600 propriedades espalhadas pelo parque do Jardim Botânico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">- </span><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">A criação da AEIS prevê a urbanização, construção de <strong><span style="text-decoration: underline;">conjuntos habitacionais</span></strong> para quem mora em área de risco, abertura e pavimentação de ruas, criação de creches, áreas de lazer e centros comunitários <strong>dentro do parque Jardim Botânico,</strong> tombado pelo IPHAN! Projeto semelhante, criando uma AEIS, foi aprovado no Parque da Cidade algum tempo atrás. Em menos de 10 anos essa Área de Especial Interesse Social se tornou uma grande favela dentro do parque.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">SE VOCÊ É CONTRA ESTE ABSURDO, ASSINE ABAIXO</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"><a href="../?na=r&amp;nr=YXNzaW5hdHVyYXMgY29udHJhIG8gUHJvamV0byBkZSBMZWkgMTYxLTIwMDk7MTA3NjtodHRwOi8vd3d3LmFtYWpiLm9yZy5ici9hYmFpeG8tYXNzaW5hZG8vO2h0dHA6Ly93d3cuYW1hamIub3JnLmJyL2FiYWl4by1hc3NpbmFkby8%3D" target="_blank">http://www.amajb.org.br/abaixo-assinado/</a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"><br />
</span></strong></p>
<h1 class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;">SOLICITAMOS QUE ENVIE ESSE E-MAIL PARA TODOS OS SEUS CONTATOS</span></span></strong></h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #06082c; font-size: 10pt;"><br />
</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong>Atenciosamente,</strong><br />
<strong>Associação de Moradores e Amigos do Jardim Botânico</strong><br />
<strong><a href="../?na=r&amp;nr=YXNzaW5hdHVyYXMgY29udHJhIG8gUHJvamV0byBkZSBMZWkgMTYxLTIwMDk7MTA3Njt3d3cuYW1hamIub3JnLmJyO2h0dHA6Ly93d3cuYW1hamIub3JnLmJyLw%3D%3D" target="_blank">www.amajb.org.br</a></strong><br />
<strong><a href="../?na=r&amp;nr=YXNzaW5hdHVyYXMgY29udHJhIG8gUHJvamV0byBkZSBMZWkgMTYxLTIwMDk7MTA3NjthbWFqYkBhbWFqYi5vcmcuYnI7bWFpbHRvOmFtYWpiQGFtYWpiLm9yZy5icg%3D%3D" target="_blank">amajb@amajb.org.br</a></strong></p>
</div>
<p><center><iframe src="http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2010%2Fcolunas%2Fjabor_100714&#038;OAS_sitepage=cbn/comentarios/arnaldojabor" width="478" height="190" marginheight="0" marginwidth="0" frameborder="0" scrolling="no" bgcolor="#CCCCCC"></iframe></center></p>
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		<item>
		<title>Exposição das &#8220;biocenas&#8221; no JBRJ mostra imagens da natureza criadas pela simples evolução</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do Bairro]]></category>

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		<description><![CDATA[A natureza parece brincar com as formas, texturas e cores das espécies e, muitas vezes, proporciona a quem observa o inesperado, como um bicho que parece uma folha ou um pedaço de madeira. Porém, algumas dessas características, que nada mais são do que estratégias para a sobrevivência, parecem verdadeiras obras de arte. São as chamadas !”biocenas”. É isso que um grupo multidisciplinar de pesquisadores pretende mostrar na exposição Arte e ciência das formas e padrões da beleza. “Essas imagens parecem uma pintura ou uma escultura que estão ali no meio do mato, cujo artista se chama evolução”, explica Márcia Moura Franco, bióloga da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). A mostra, que começa em 9 de agosto e vai até 10 de setembro, no Centro de Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, vai utilizar a arte para sensibilizar as pessoas sobre a importância de se conservar o meio ambiente e de lutar contra a sua destruição. Trata-se de uma compilação de fotografias feitas pelos pesquisadores na Mata Atlântica — nas unidades de conservação da Reserva União e do Poço das Antas —, enfatizando formas, padrões e geometria. “As imagens escolhidas foram interpretadas do ponto de vista científico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A natureza parece brincar com as formas, texturas e cores das espécies e, muitas vezes, proporciona a quem observa o inesperado, como um bicho que parece uma folha ou um pedaço de madeira. Porém, algumas dessas características, que nada mais são do que estratégias para a sobrevivência, parecem verdadeiras obras de arte. São as chamadas !”biocenas”. É isso que um grupo multidisciplinar de pesquisadores pretende mostrar na exposição Arte e ciência das formas e padrões da beleza. “Essas imagens parecem uma pintura ou uma escultura que estão ali no meio do mato, cujo artista se chama evolução”, explica Márcia Moura Franco, bióloga da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).</p>
<p>A mostra, que começa em 9 de agosto e vai até 10 de setembro, no Centro de Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, vai utilizar a arte para sensibilizar as pessoas sobre a importância de se conservar o meio ambiente e de lutar contra a sua destruição. Trata-se de uma compilação de fotografias feitas pelos pesquisadores na Mata Atlântica — nas unidades de conservação da Reserva União e do Poço das Antas —, enfatizando formas, padrões e geometria. “As imagens escolhidas foram interpretadas do ponto de vista científico e artístico, na intenção de aproximar o público da natureza, despertando o interesse e sensibilizando por meio da beleza das imagens, que poderão ser vistas em detalhes”, diz Antônio Carlos de Freitas, físico da UERJ e coordenador do projeto.</p>
<p>Para explicar toda a beleza que os pesquisadores pretendem mostrar, o projeto traz imagens da natureza com aspectos associados à forma, à geometria, à textura e ao contexto em que se inserem, relacionados com a função biológica. “A gente costuma dizer que o sapo é feio. Ele não é feio. O sapo tem aquelas proporções de corpo para sobreviver no contexto dele. Então, ele é bonito no ambiente dele. Ele jamais poderia sobreviver sem aquelas proporções”, exemplifica Heloísa Guillobel, bióloga da Uerj e membro do projeto.</p>
<p>Para a bióloga, os humanos tendem a olhar para seres como o sapo e outros insetos e achar que lhes falta algo, porque esse algo está presente em nós, que somos a referência, não neles. “Esquecemos que esses bichos são lindos dentro do contexto deles”, afirma Guillobel. “Acredito que a exposição possa humanizar a forma como vemos esses organismos”, espera a bióloga.</p>
<p>A ideia dos pesquisadores também é mostrar que a arte e a ciência estão ligadas. Para Freitas, essas duas demonstrações humanísticas sempre caminharam juntas. “Um grande exemplo disso é Leonardo da Vinci, um artista e cientista que em muitas de suas obras representou a arte por meio da ciência e vice-versa. Um de seus trabalhos mais conhecidos, o Homem Vitruviano, um desenho feito pelo pintor, mostra a estética do corpo humano associada às suas proporções, baseadas em cálculos matemáticos”, cita o físico.</p>
<p>A matemática, contudo, é outra vertente da ciência presente na natureza. Ela está representada em diversas espécies. Nas árvores, por exemplo, é a Sequência de Fibonacci <strong>(1)</strong> que determina as posições das folhas nos ramos em torno dos caules, de forma que essas folhas recebam igualmente a luz do Sol. Nos girassóis, sua exuberância está, também, ligada à matemática. “As sementes da coroa são dispostas num padrão espiral determinado pela série de Fibonacci”, diz Freitas.</p>
<p><strong>Assimetria atraente</strong><br />
De acordo com os cientistas, o que é belo para os humanos está representado na simetria, em que nosso olhar procura alguma coisa que possa ser divida igualmente. “É como se uma lateral fosse sobreposta na outra. A falta de simetria nos incomoda”, ensina Heloísa. Porém, a natureza, quando nos apresenta a assimetria, nos surpreende, nos mostra o inusitado. “Isso vai nos trazer o mesmo prazer que temos quando vemos simetria em alguma coisa”, conceitua Guillobel. As borboletas formam belos exemplares de simetria. “Tanto nos desenhos geométricos quanto no contorno das asas”, explica Antônio Freitas. Outro exemplo ocorre quando uma lagarta se alimenta e cria desenhos simétricos nas folhas. “São obras de arte”, define Márcia Franco.</p>
<p>Ainda segundo os pesquisadores, os humanos, por exemplo, são simétricos por fora e assimétricos por dentro. “Para ver essa assimetria, basta abrir o homem. Ele tem um só coração e todos os órgãos de forma assimétrica”, informa Guillobel.</p>
<p>Ao utilizar o critério estético, mostrando imagens da natureza, Antônio de Freitas acredita que a ciência possa ser vista de uma forma mais atraente. “Muitas dessas imagens podem despertar o interesse de crianças e adultos na busca pela informação sobre aquilo, como objeto de estudo ou apenas na conscientização da preservação dos ambientes naturais que ainda restam — e que são perfeitos em beleza e harmonia entre todos os seus componentes.</p>
<p><strong>1 &#8211; Número de ouro</strong><br />
A Sequência de Fibonacci, descoberta pelo matémático italiano Leonardo Fibonacci, consiste em uma sucessão de números, tais que, definindo os dois primeiros números da sequência como 0 e 1, os números seguintes serão obtidos por meio da soma dos seus dois antecessores. Portanto, os números são: 0,1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89,144,233,&#8230; Dessa sequência, extrai-se o número transcendental conhecido como número de ouro, ou seja, a razão áurea.</p>
<p>Silvia Pacheco</p>
<p>Correio Braziliense</p>
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		<title>Bairro irá ganhar estátua do saudoso Chacrinha</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/bairro-ira-ganhar-estatua-do-saudoso-chacrinha/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 17:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais famoso apresentador de programa de auditório da televisão brasileira, José Abelardo Barbosa de Medeiros, o nosso querido Chacrinha, vai ganhar uma homenagem na cidade carioca. Uma estátua de 2,10 metros de altura será construída aqui no nosso bairro, o Jardim Botânico. O monumento de bronze será erguido na Avenida Lineu de Paula Machado, próximo ao Teatro Fênix, e custará R$ 198 mil, conforme publicado no Diário Oficial do município. De acordo com a diretora de chafarizes e monumentos da Fundação Parques e Jardins, Vera Dias, a ideia do projeto é muito antiga, mas por questões burocráticas só pode se realizar agora. &#8220;Há muito tempo se pretende fazer uma homenagem ao Chacrinha. Há um pedido muito grande da família&#8221;, disse. Ainda segundo Vera, a estátua vai ser instalada no dia 30 de setembro, dia em que se comemoraria o 93º aniversário do apresentador. Lá no céu, Chacrinha deve estar com tudo e não estar prosa! Fonte: G1 e site do Sidney Rezende, nosso ilustre morador]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais famoso apresentador de programa de auditório da televisão brasileira, José Abelardo Barbosa de Medeiros, o nosso querido Chacrinha, vai ganhar uma homenagem na cidade carioca. Uma estátua de 2,10 metros de altura será construída aqui no nosso bairro, o Jardim Botânico. O monumento de bronze será erguido na Avenida Lineu de Paula Machado, próximo ao Teatro Fênix, e custará R$ 198 mil, conforme publicado no Diário Oficial do município.</p>
<p>De acordo com a diretora de chafarizes e monumentos da Fundação Parques e Jardins, Vera Dias, a ideia do projeto é muito antiga, mas por questões burocráticas só pode se realizar agora. &#8220;Há muito tempo se pretende fazer uma homenagem ao Chacrinha. Há um pedido muito grande da família&#8221;, disse. Ainda segundo Vera, a estátua vai ser instalada no dia 30 de setembro, dia em que se comemoraria o 93º aniversário do apresentador.</p>
<p>Lá no céu, Chacrinha deve estar com tudo e não estar prosa!</p>
<p>Fonte: G1 e site do Sidney Rezende, nosso ilustre morador</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reunião sobre melhorias na Praça Pio XI</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/reuniao-sobre-melhorias-na-praca-pio-xi-venha-participar/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 14:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Amigos, Tivemos uma reunião no sábado com a Prefeitura e a João Fortes para ouvir sugestões dos moradores sobre as obras da pracinha. Apenas quatro moradores compareceram e sugeriram intervenções, o que é compreensível porque chovia. Portanto, vamos aguardar até sexta-feira as reivindicações de vocês para a reforma e ocupação do espaço. Depois, vamos estudá-las junto com a empresa e a Secretaria de Conservação. Quem tiver alguma sugestão, escreva no nosso grupo. Um abraço! Maria Helena Postado em 22 de julho de 2010 Amigos, Como já foi noticiado aqui, a João Fortes vai construir um prédio onde funcionou por décadas o posto Shell, em frente ao Hospital da Lagoa. A AMA JB agendou uma entrevista com a empresa construtora e obteve informações sobre o gabarito, cronograma, medidas a serem implantadas durante o período da obra, etc., que já foram divulgadas por seu presidente, Alfredo Piragibe. A João Fortes se dispôs a fazer algumas melhorias na Praça Pio XI e mantê-las - em contrapartida aos transtornos que causará ao entorno, embora involuntariamente &#8211; durante o período da sua obra. No próximo sábado, dia 24 de julho às 9 da manhã, teremos uma reunião na pracinha com representantes da AMA JB, João Fortes Engenharia e, possivelmente, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos,</p>
<p>Tivemos uma reunião no sábado com a Prefeitura e a João Fortes para ouvir sugestões dos moradores sobre as obras da pracinha.</p>
<p>Apenas quatro moradores compareceram e sugeriram intervenções, o que é compreensível porque chovia.</p>
<p>Portanto, vamos aguardar até sexta-feira as reivindicações de vocês para a reforma e ocupação do espaço. Depois, vamos estudá-las junto com a empresa e a Secretaria de Conservação.</p>
<p>Quem tiver alguma sugestão, escreva no nosso grupo.</p>
<p>Um abraço!<br />
Maria Helena</p>
<p><strong>Postado em 22 de julho de 2010</strong><br />
Amigos,</p>
<p>Como já foi noticiado aqui, a João Fortes vai construir um prédio onde funcionou por décadas o posto Shell, em frente ao Hospital da Lagoa.</p>
<p>A AMA JB agendou uma entrevista com a empresa construtora e obteve informações sobre o gabarito, cronograma, medidas a serem implantadas durante o período da obra, etc., que já foram divulgadas por seu presidente, Alfredo Piragibe.</p>
<p>A João Fortes se dispôs a fazer algumas melhorias na Praça Pio XI e mantê-las - em contrapartida aos transtornos que causará ao entorno, embora involuntariamente &#8211; durante o período da sua obra.</p>
<p><strong>No próximo sábado, dia 24 de julho às 9 da manhã, teremos uma reunião na pracinha com representantes da AMA JB, João Fortes Engenharia e, possivelmente, a Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos.</strong></p>
<p>A AMA JB apresentará algumas sugestões. As Amigas da Pracinha, grupo que atua há tantos anos neste espaço, levará as suas reivindicações. Esperamos que você &#8211; morador do Jardim Botânico e interessado em assuntos do bairro &#8211; também compareça para discutir conosco o que a Praça Pio XI necessita para se tornar um pólo cultural e sustentável dentro do bairro.</p>
<p>Participar, às vezes, dá trabalho. Como acordar mais cedo numa manhã de sábado. Mas, sem participação, não há democracia: uns poucos decidem pela maioria silenciosa.</p>
<p>Abraço amigo.<br />
Maria Helena Nóvoa</p>
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		<item>
		<title>Escola Municipal Julia Kubitschek não será removida pelo JBRJ</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/escola-municipal-julia-kubitschek-nao-sera-removida-pelo-jbrj/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 14:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A sra. Emilia da AMAHOR vem divulgando, de forma irresponsável, através de uma carta e de boca a boca na porta da escola municipal Julia Kubitschek, que a mesma será removida pelo Jardim Botânico por causa da questão fundiária. De acordo com o Sr. Liszt Vieira do Jardim Botânico, a notícia é um factóide para apavorar as pessoas, criando uma comoção baseada em mentiras. Reproduzimos abaixo a resposta do responsável pelo Jardim Botânico enviada ao presidente da AMA JB. &#8220;Caro Piragibe, Em relação à Escola Julia Kubitschek, trata-se de mais um factóide. Estamos finalizando a negociação com a Secretaria Municipal de Educação. O acordo já foi feito. Tão logo o novo Convênio seja aprovado nas instâncias legais do Municipio, será assinado pelas duas partes, renovando o atual Convênio cuja vigência se extingue em dezembro próximo. abs, Liszt&#8221;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sra. Emilia da AMAHOR vem divulgando, de forma irresponsável, através de uma carta e de boca a boca na porta da escola municipal Julia Kubitschek, que a mesma será removida pelo Jardim Botânico por causa da questão fundiária. De acordo com o Sr. Liszt Vieira do Jardim Botânico, a notícia é um factóide para apavorar as pessoas, criando uma comoção baseada em mentiras. Reproduzimos abaixo a resposta do responsável pelo Jardim Botânico enviada ao presidente da AMA JB.</p>
<p><em>&#8220;Caro Piragibe,<br />
</em><em>Em relação à Escola Julia Kubitschek, trata-se de mais um factóide. Estamos finalizando a negociação com a Secretaria Municipal de Educação. O acordo já foi feito. Tão logo o novo Convênio seja aprovado nas instâncias legais do Municipio, será assinado pelas duas partes, renovando o atual Convênio cuja vigência se extingue em dezembro próximo.</em></p>
<p><em>abs, Liszt&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Subprefeitura demole construção irregular na Av. Niemeyer</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/subprefeitura-demole-construcao-irregular-na-av-niemeyer/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 14:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros, abaixo notinha da demolição que a Subprefeitura da Zona Sul realizou ontem a tarde (20/07/10). Abaixo, algumas fotos. Atenciosamente, Bruna Leão Rua  A Subprefeitura da Zona Sul e a 6ª Região Administrativa demoliram, na tarde desta terça-feira (20), uma estrutura recém construída na Av. Niemeyer, perto da entrada do morro do Vidigal. Há cerca de dois meses, a Subprefeitura retirou um quiosque que funcionava irregularmente no mesmo local, e mais três nos arredores. De acordo com a Associação de Moradores, a construção retirada hoje funcionaria como banheiro. A 3ª Gerência de Conservação, a Coordenadoria de Controle Urbano (CCU), a Guarda Municipal e a Polícia Militar também participaram da operação. &#8211; Subprefeitura da Zona Sul do Rio Assessoria de Imprensa Bruna Leão Rua    Tel. (21) 2511-0501 Cel. (21) 7814-5538 / 9110-0316 Siga-nos também no Twitter: /subzonasul]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Caros, abaixo notinha da demolição que a Subprefeitura da Zona Sul realizou ontem a tarde (20/07/10). Abaixo, algumas fotos.<br />
</em><em>Atenciosamente,<br />
</em><em>Bruna Leão Rua</em> </p>
<p>A Subprefeitura da Zona Sul e a 6ª Região Administrativa demoliram, na tarde desta terça-feira (20), uma estrutura recém construída na Av. Niemeyer, perto da entrada do morro do Vidigal. Há cerca de dois meses, a Subprefeitura retirou um quiosque que funcionava irregularmente no mesmo local, e mais três nos arredores.</p>
<p>De acordo com a Associação de Moradores, a construção retirada hoje funcionaria como banheiro.</p>
<p>A 3ª Gerência de Conservação, a Coordenadoria de Controle Urbano (CCU), a Guarda Municipal e a Polícia Militar também participaram da operação.</p>
<p>&#8211;<br />
Subprefeitura da Zona Sul do Rio<br />
Assessoria de Imprensa<br />
Bruna Leão Rua   <br />
Tel. (21) 2511-0501<br />
Cel. (21) 7814-5538 / 9110-0316<br />
Siga-nos também no Twitter: /subzonasul</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/217.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1569" title="... 217" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/217-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/219.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1570" title="... 219" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/219-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/233.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1571" title="... 233" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/233-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/264.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1572" title="... 264" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/264-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Abertura da exposição Notas de um Desabamento na EAV</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/abertura-da-exposicao-notas-de-um-desabamento-na-eav/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 14:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas do Bairro]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/exposição-EAV_Tiago.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1565" title="exposição EAV_Tiago" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/exposição-EAV_Tiago.jpg" alt="" width="779" height="444" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Segurança do bairro &#8211; área do antigo posto Shell</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/seguranca-do-bairro-area-do-antigo-posto-shell/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 14:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Preocupados com a segurança da área onde ficava o posto Shell, os moradores vem postando pedidos de policiamento e relatos de casos de violência e assaltos em nosso grupo de discussões no Google. A nossa coordenadora de segurança, sempre alerta e em contato direto com a polícia, nos dá uma panorâmica da situação. “Não é o Departamento de Polícia que coloca viaturas e sim o batalhão militar. No momento temos reforço de duplas de policiais militares a pé, das 13hs as 21hs, circulando pela Jardim Botânico, depois dos assaltos na J.J. Seabra, eu comprovei. As duplas que fazem a ronda pela manhã também continuam. As viaturas só fazem o policiamento de ronda e não ficam mais estacionadas em pontos fixos, mas na próxima reunião do conselho pedirei maior atenção a essas duas ruas. Se souberem de algum assalto ou virem pessoas estranhas rondando o bairro, avisem ao batalhão pois a participação de todos é muito importante. Telefones do batalhão: 2334-6725 para o oficial do dia funciona 24 horas, ou 2334-6714 para o comandante e 2334-6719 para o sub-comandante, em horário comercial. Novo telefone do tenente Damião, responsável direto pelo policiamento do bairro, 7815-4247. Maria da Gloria Greve”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preocupados com a segurança da área onde ficava o posto Shell, os moradores vem postando pedidos de policiamento e relatos de casos de violência e assaltos em nosso grupo de discussões no Google. A nossa coordenadora de segurança, sempre alerta e em contato direto com a polícia, nos dá uma panorâmica da situação.</p>
<p><em>“</em><em>Não é o Departamento de Polícia que coloca viaturas e sim o batalhão militar. No momento temos reforço de duplas de policiais militares a pé, das 13hs as 21hs, circulando pela Jardim Botânico, depois dos assaltos na J.J. Seabra, eu comprovei. As duplas que fazem a ronda pela manhã também continuam.</em><em></em></p>
<p><em>As viaturas só fazem o policiamento de ronda e não ficam mais estacionadas em pontos fixos, mas na próxima reunião do conselho pedirei maior atenção a essas duas ruas.</em></p>
<p><em>Se souberem de algum assalto ou virem pessoas estranhas rondando o bairro, avisem ao batalhão pois a participação de todos é muito importante.</em><em></em></p>
<p><em>Telefones do batalhão: 2334-6725 para o oficial do dia funciona 24 horas, ou 2334-6714 para o comandante e 2334-6719 para o sub-comandante, em horário comercial.</em></p>
<p><em>Novo telefone do tenente Damião, responsável direto pelo policiamento do bairro, 7815-4247.</em><em></em></p>
<p><em>Maria da Gloria Greve”</em></p>
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