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	<title>Associação dos Moradores e Amigos Jardim Botânico &#187; Urbanismo e Obras</title>
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	<description>Associação dos Moradores e Amigos Jardim Botânico</description>
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		<title>Projeto do Jockey Clube</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 18:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu hoje no Jornal O Globo, coluna do Ancelmo Góes, uma nota com fotos sobre o projeto de um grande empreendimento para a área do Jockey Clube. Essa notícia causou, obviamente, curiosidade e preocupação entre os moradores do Jardim Botânico. Segue abaixo o comentário do presidente da AMA JB sobre o assunto.  “A mais ou menos duas semanas a Odebrecht entrou em contato comigo dizendo que tinha interesse em retomar o projeto para construção de um centro comercial no local da vila hípica. Esclareceu que o projeto ainda não está 100% finalizado, porém adiantou os seguintes pontos por telefone:  - o objetivo é manter o gabarito atual das casas já existentes na vila hípica e transformá-las em salas comerciais que seriam alugadas. - O estacionamento seria subterrâneo e poderia ser utilizado pelo Jardim Botânico nos finais de semana removendo a fila de acesso atual que prejudica o transito. - O muro em torno do Jockey seria substituído por grade e seriam plantadas palmeiras idênticas a do parque Jardim Botânico. - Haveria uma mega praça no meio da pista de corrida que poderá ser utilizada pelos moradores. - O acesso seria feito pela Lagoa para não prejudicar e sobrecarregar o trânsito na Rua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Saiu hoje no Jornal O Globo, coluna do Ancelmo Góes, uma nota com fotos sobre o projeto de um grande empreendimento para a área do Jockey Clube. Essa notícia causou, obviamente, curiosidade e preocupação entre os moradores do Jardim Botânico. Segue abaixo o comentário do presidente da AMA JB sobre o assunto.</strong></p>
<p><em> “A mais ou menos duas semanas a Odebrecht entrou em contato comigo dizendo que tinha interesse em retomar o projeto para construção de um centro comercial no local da vila hípica. Esclareceu que o projeto ainda não está 100% finalizado, porém adiantou os seguintes pontos por telefone:</em></p>
<p><em> - o objetivo é <strong><span style="text-decoration: underline;">manter o gabarito atual das casas</span></strong> já existentes na vila hípica e transformá-las em <strong><span style="text-decoration: underline;">salas comerciais</span></strong> que seriam alugadas.</em></p>
<p><em>- O estacionamento seria subterrâneo e poderia ser utilizado pelo Jardim Botânico nos finais de semana removendo a fila de acesso atual que prejudica o transito.</em></p>
<p><em>- O muro em torno do Jockey seria substituído por grade e seriam plantadas palmeiras idênticas a do parque Jardim Botânico.</em></p>
<p><em>- Haveria uma mega praça no meio da pista de corrida que poderá ser utilizada pelos moradores.</em></p>
<p><em>- O acesso seria feito pela Lagoa para não prejudicar e sobrecarregar o trânsito na Rua Jardim Botânico.</em></p>
<p><em>- As 109 famílias residentes na vila hípica seriam removidas e indenizadas.</em></p>
<p><em>A preocupação quanto ao impacto é muito valida e precisa ser avaliada, porém só podemos tomar alguma providência quando o projeto estiver 100% fechado.</em></p>
<p><em>Esclareço que o prefeito Eduardo Paes já informou a Odebrecht que antes de construir qualquer coisa é necessário fazer acordo com as associações do Jardim Botânico, da Gávea e do Leblon.</em></p>
<p><em>Assim que tiver o projeto em mãos irei marcar uma reunião na sede da AMA JB para definirmos uma posição oficial, contra ou a favor, de acordo com a maioria.</em></p>
<p><em>Abraço,</em></p>
<p><em>Alfredo Piragibe Jr<br />
Presidente AMA JB<br />
(21)8246-9318”</em></p>
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		<title>Recuperação do Parque Lage</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 18:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Diante da publicação de cartas pelo jornal O Globo sobre o suposto &#8220;abandono&#8221; do Parque Lage a diretoria do parque nos enviou uma nota de esclarecimento, que segue abaixo, com imagens da recuperação e do Parquinho Infantil. “A Secretaria de Estado de Cultura (SEC) informa que desde as chuvas de abril está promovendo, através da Comlurb e empresas especializadas, a poda de galhos e a remoção de árvores na área de circulação de público – como o Parque Infantil, o entorno da escola e as alamedas. São áreas prioritárias e por isso começou-se a limpeza por elas. O trabalho de remoção do Galpão 3D, também atingido pelas chuvas, já foi feito. Na semana passada, desmontou-se o Galpão afetado para que fossem descartados os escombros e limpo o terreno. E esse trabalho de limpeza continua. Somente ao longo do mes de agosto foram retirados o equivalente a 19 caminhões de terra e material vegetal. Concluída essa etapa, vem um trabalho mais minucioso – que é o de remoção das árvores tombadas nos barrancos, para que não aconteçam novos deslizamentos. Em seguida, virão obras de recuperação ambiental da área afetada, com replantio da encosta. Para sua própria segurança, até que a situação da encosta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da publicação de cartas pelo jornal O Globo sobre o suposto &#8220;abandono&#8221; do Parque Lage a diretoria do parque nos enviou uma nota de esclarecimento, que segue abaixo, com imagens da recuperação e do Parquinho Infantil.</p>
<p><em>“A Secretaria de Estado de Cultura (SEC) informa que desde as chuvas de abril está promovendo, através da Comlurb e empresas especializadas, a poda de galhos e a remoção de árvores na área de circulação de público – como o Parque Infantil, o entorno da escola e as alamedas. São áreas prioritárias e por isso começou-se a limpeza por elas.<br />
O trabalho de remoção do Galpão 3D, também atingido pelas chuvas, já foi feito. Na semana passada, desmontou-se o Galpão afetado para que fossem descartados os escombros e limpo o terreno.<br />
E esse trabalho de limpeza continua. Somente ao longo do mes de agosto foram retirados o equivalente a 19 caminhões de terra e material vegetal.<br />
Concluída essa etapa, vem um trabalho mais minucioso – que é o de remoção das árvores tombadas nos barrancos, para que não aconteçam novos deslizamentos. Em seguida, virão obras de recuperação ambiental da área afetada, com replantio da encosta.</em></p>
<p><em>Para sua própria segurança, até que a situação da encosta seja regularizada, a SEC pede a visitantes, alunos e professores que não ultrapassem os limites das poucas áreas temporariamente interditadas.</em></p>
<p><em>A SEC lamenta o inconveniente que os danos das chuvas possam ter causado aos visitantes do Parque Lage e aos alunos e professores da Escola de Artes Visuais.<br />
Serão redobrados os cuidados para que a EAV e o Parque Lage mantenham-se sempre à altura do carinho de seus frequentadores.”</em></p>
<p>Atenciosamente,<br />
Assessoria de Comunicação Social<br />
Secretaria de Estado de Cultura</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/parque-lage-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1803" title="parque lage 1" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/parque-lage-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/parque-lage-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1804" title="parque lage 2" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/parque-lage-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/parque-lage-3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1805" title="parque lage 3" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/parque-lage-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/parque-lage-4.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1806" title="parque lage 4" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/parque-lage-4-241x300.jpg" alt="" width="241" height="300" /></a></p>
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		<title>Novidades sobre as obras no antigo posto Shell</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/08/novidades-sobre-as-obras-no-antigo-posto-shell/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 16:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[A João Fortes já começou a fazer reparos na calçada do antigo posto Shell, porém o recuo dos tapumes por enquanto não poderá ser feito por uma questão de segurança dos pedestres, uma vez que o teto do posto, que será removido em breve, ficaria para fora da área delimitada de proteção. A iluminação do entorno já está sendo estudada e providenciada pela empresa junto com a Rioluz. Assim que nos enviarem uma posição definitiva, postaremos aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A João Fortes já começou a fazer reparos na calçada do antigo posto Shell, porém o recuo dos tapumes por enquanto não poderá ser feito por uma questão de segurança dos pedestres, uma vez que o teto do posto, que será removido em breve, ficaria para fora da área delimitada de proteção.</p>
<p>A iluminação do entorno já está sendo estudada e providenciada pela empresa junto com a Rioluz. Assim que nos enviarem uma posição definitiva, postaremos aqui.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Convite da Audiência Pública na Câmara Municipal sobre o traçado da linha 4 do metrô</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 18:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue abaixo o Convite da Audiência Pública na Câmara Municipal sobre o traçado da linha 4 do metrô entre a Zona Sul e a Barra, no próximo dia 31 de agosto, terça-feira, às 10 horas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo o Convite da Audiência Pública na Câmara Municipal sobre o traçado da linha 4 do metrô entre a Zona Sul e a Barra, no próximo dia 31 de agosto, terça-feira, às 10 horas.</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/convite-camara-municipal_metro.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-1763" title="convite camara municipal_metro" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/convite-camara-municipal_metro-1024x684.jpg" alt="" width="1024" height="684" /></a></p>
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		<title>Ata da Reunião Ordinária da AMAB em 03/08/2010 &#8211; Linha 4 do Metrô</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/08/ata-da-reuniao-ordinaria-da-amab-em-03082010-linha-4-do-metro/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 21:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atas de Reuniões]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[  Prezados amigos das Associações de Moradores da Zona Sul, Segue abaixo a ata da última Reunião Ordinária da AMAB onde o tema foi o traçado da Linha 4 do Metrô. Qualquer correção na ata favor nos endereçar.   Abraços Regina Chiaradia Presidente da AMAB &#8220;Aos três dias do mês de agosto de 2010, às vinte horas, em sua sede provisória no Colégio Santo Inácio, situado à Rua São Clemente, 226, em Botafogo, teve início a Reunião Ordinária da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo &#8211; AMAB, presidida por sua Presidente, Regina Chiaradia e secretariada pela Conselheira Fiscal, Elisa Fontes. A Presidente Regina recebeu para a reunião uma expressiva presença de representantes de associações co-irmãs para juntas discutirem a questão do traçado da Linha 4 do METRÔ. Estavam presentes representantes da: FAM-RIO, AMAL, AMAJB, AMA ALTOJB, AMALEBLON, ANIMALEBLON, AMIPANEMA, AMAGÁVEA, AMAHUMAITÁ, AMAST, SAC, AMAR, FAMBARRA e CCBT. Regina iniciou a reunião dizendo que não haveria a formalidade de uma mesa com presidente, que seria uma conversa entre co-irmãs onde todos pensariam juntos em torno de um tema comum. Que a decisão de questionar o traçado da Linha 4 do Metrô já vem acontecendo em outras associações e em algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div><span style="font-family: Arial;"><strong>Prezados amigos das Associações de Moradores da Zona Sul,</strong></span></div>
<div><span style="font-family: Arial;"><strong>Segue abaixo a ata da última Reunião Ordinária da AMAB onde o tema foi o traçado da Linha 4 do Metrô.</strong></span></div>
<div><span style="font-family: Arial;"><strong>Qualquer correção na ata favor nos endereçar.</strong></span></div>
<div><strong> </strong></div>
<div><span style="font-family: Arial;"><strong>Abraços</strong></span></div>
<div><span style="font-family: Arial;"><strong>Regina Chiaradia</strong></span></div>
<div><span style="font-family: Arial;"><strong>Presidente da AMAB</strong></span></div>
<p><em>&#8220;Aos três dias do mês de agosto de 2010, às vinte horas, em sua sede provisória no Colégio Santo Inácio, situado à Rua São Clemente, 226, em Botafogo, teve início a Reunião Ordinária da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo &#8211; AMAB, presidida por sua Presidente, Regina Chiaradia e secretariada pela Conselheira Fiscal, Elisa Fontes. A Presidente Regina recebeu para a reunião uma expressiva presença de representantes de associações co-irmãs para juntas discutirem a questão do traçado da Linha 4 do METRÔ. Estavam presentes representantes da: FAM-RIO, AMAL, AMAJB, AMA ALTOJB, AMALEBLON, ANIMALEBLON, AMIPANEMA, AMAGÁVEA, AMAHUMAITÁ, AMAST, SAC, AMAR, FAMBARRA e CCBT. Regina iniciou a reunião dizendo que não haveria a formalidade de uma mesa com presidente, que seria uma conversa entre co-irmãs onde todos pensariam juntos em torno de um tema comum. Que a decisão de questionar o traçado da Linha 4 do Metrô já vem acontecendo em outras associações e em algumas delas a análise já está bem delineada, mas que achou por bem que o movimento fosse articulado por todas as associações. Regina disse que percebeu que a única coisa onde o governo conseguiu unanimidade foi nesse caso onde <span style="text-decoration: underline;">TODOS</span> são contra o traçado do projeto da Linha 4 do Metrô que o governo Sergio Cabral apresentou e quer dar prosseguimento. Que no RJTV do mês passado, ouviu do Diretor da Rio Trilhos, Bento Lima, que o Estado ainda não tinha projeto para o traçado muito embora já o tivesse apresentando. Que o Metrô, hoje, presta um péssimo serviço em contraposição ao excelente serviço prestado recentemente e que por esse motivo vem perdendo clientes com medo da insegurança no serviço prestado. Regina perguntou aos representantes presentes se era uma posição comum a todos a formação desse grupo para discutir a questão. Cláudio Janowitzer, da Associação de Moradores e Amigos do Tijucamar e do Jardim Oceânico &#8211; AMAR, solicitou um aparte e disse que eles já estão se mobilizando e que criaram grupos de trabalho, inclusive com o Engº em Transportes Fernando McDowell e o William H. Hossell, inclusive pedindo que ele explanasse melhor a situação. Regina convidou então o William Hossell da Associação de Moradores do Leblon – ANIMALEBLON que dirigiu-se aos presentes e passou a discorrer sobre o assunto. De início colocou que a principal característica do governador Sergio Cabral quando fala do Metrô é mentir. Que basicamente o Metrô tinha duas linhas onde não havia conflitos, mas que no início do governo Cabral ficaram sabendo que eles ressuscitariam a Linha 1A projetada por Jaime Lerner, ainda da época do governo Brizola e que por esse motivo temos essa imensa “gambiarra”. Que desde abril de 2007 tenta mostrar o erro, mas os diretores da Rio Trilhos e o governador recusam-se a aceitar a inviabilidade da ligação das duas linhas que prejudica qualquer traçado. William questionou o que seria melhor para a Barra? O traçado atual não tem cabimento, é inviável para servir à Barra. Os trens não têm manutenção adequada, que os trens prometidos para 2011 vão começar a chegar somente no final do mesmo e serão acoplados aos já existentes quando o perigo de acidentes passará ser grande. Regina apartou e disse que a atual concessionária Metrô Rio contratou a Queiroz Galvão, concessionária que ganhou a licitação de 1998 para executar o projeto da Linha 4, fato que seria no mínimo intrigante. William Hossell continuou dizendo que o governo delega a construção, mas que, juridicamente, ele a detém desde 1998 e que essa concessão era de 20 (vinte anos), e que foi prorrogada até o ano de 2038. Que qualquer que seja o traçado da Linha 4 ele conflita com a Linha 1A em funcionamento, não há condição de manutenção, até porque o melhor lugar para a construção do parque de manutenção seria onde está hoje a Cidade da Música. Que juntos, população e governo, deveriam repensar a construção do que seria melhor para a população como um todo e não o que seria melhor para um percentual pequeno da população. Regina novamente apartou e disse que a construção da Linha 4 original que deveria ligar a Barra a Botafogo (Estação São João), hoje também se mostra inadequada pois a população da Barra quer seguir, em sua grande maioria, para Cidade e não para Botafogo. Que a Estação São João não suportaria o intenso fluxo e que o que era bom há trinta anos atrás, poderia não ser mais hoje. Que a AMAB hoje luta pela Estação São João original da Linha 1 e não a da Linha 4. William apartou dizendo que a demanda da Barra em usuários do Metrô seria em torno de 187.000 (cento e oitenta e sete mil) e que 50% (cinquenta por cento) desse total seria para a Zona Sul e os outros 50% (cinquenta por cento) seria para a Cidade. Que a FGV (Fundação Getúlio Vargas) foi responsável pelo estudo sobre a demanda de passageiros atendidos pela Estação Praça Gal. Osório. Que a FGV também foi contratada e fez o estudo de 7 (sete) linhas: VLT/HSST/AEROMÓVEL/BRT. Daniel Uram, da Sociedade dos Amigos de Copacabana – SAC, apartou dizendo que o projeto deveria contemplar o traçado original. Evelyn Rosenzweig, representante das AMALEBLON e Associação Comercial do Leblon, colocou que o melhor será o que for melhor para a cidade, um Metrô eficiente, transporte de massa de qualidade. Que esse seria o legado que mais interessaria para a ligação Gávea X Jardim Oceânico. Luiz Igrejas, presidente da AMAR, questionou sobre a estação que ficaria às portas do seu condomínio e que acabaria com o sossego dos moradores. Que o mais lógico seria a Linha 4 seguindo da Gávea para a Estação Carioca (Gávea, Humaitá, Botafogo, Laranjeiras, Carioca). Delair Dumbrosck, presidente da Câmara Comunitária da Barra, colocou que o trecho da Linha 4 compreendido entre a Gávea e o Jardim Oceânico é o ideal, mas o que se começarmos a criticar o traçado vai ser muito ruim, pois o político mais gosta em ano de eleição é de população indecisa. Que o trecho contratado pela concessionária RIO BARRA, teve o custo dimensionado e seria para ir até o Teminal Alvorada  “CEBOLÃO”. Que hoje os engarrafamentos deixam a Barra paralisada e que o BRT não tem condição de ser implantado até porque não há mais lugar para tanto ônibus. Que conversou com Bento Lima da Rio Trilhos e que seria ideal que o traçado fosse até a Praça Gal. Osório ou Botafogo, e que o traçado até a Tijuca seria inviável. Que tem que se colocar o político para se comprometer junto à população e que dia 16/8/2010 haverá uma reunião com o pessoal da COPPE. Que o desejo da população é que tenha a Linha 4, que poderia ser ligada a Estação São João ou até a Carioca. Que o que tem que ser feito é uma sondagem para saber se a ligação do Jardim Oceânico com a Gávea será na Praça Sibélius ou com o Largo da Memória, até porque o terreno ali é instável devido ao aterro da Lagoa Rodrigo de Freitas. Delair questionou também onde seria o Centro de Manutenção. William solicitou que o ex-funcionário da Rio Trilhos, Sidney Silvério, falasse sobre a questão. Sidney colocou que o Centro de Manutenção na Barra seria em frente ao restaurante La Mole, e que o valor de outorga foi algo em torno de 1 bilhão e 114 milhões de reais, e que do jeito que está com a Linha 1A  o sistema congelou o trecho SUL/NORTE/SÃO CRISTOVÃO até 2038. Que em estudos feitos à época do governo Lacerda, haveria a extensão até a Barra, estendendo-se até o Alvorada, numa área de livre acesso até o Bosque da Barra ou ao Aeroclube de Jacarepaguá. Que o governo tem que colocar faixas dizendo prazo, custos e definição do traçado. João Carlos Teixeira Soares, vice presidente da AMAB, disse que o melhor para a população seria a malha metroviária, que esse seria o desejo da população como um todo, que houvesse ligações em Copacabana, Rodoviária, e que a população deve brigar para que a estação Gávea seja em dois andares e não contínua.  Cláudio Janowitzer colocou que o interesse da população está acima de tudo. A presidente da FAM-RIO, Márcia Vera de Vasconcellos, disse que deveríamos aproveitar essa mobilização e marcar o local da próxima reunião para não perdermos o contato com esse grupo que quer discutir o melhor Metrô para a população. Evelyn Rosenzweig retomou a palavra e colocou que já está participando a algum tempo dessa discussão e que seria de bom tom juntar informações, promovendo novos encontros para montar um documento para ser levado ao governo Cabral. Sérgio Rodrigues Bahia, da AMAB, solicitou a palavra para questionar sobre um possível “Plano B” ou seja: nos mobilizaríamos primeiro para entregar o documento técnico ao governo Cabral, mas caso a resposta não atenda aos anseios das Associações de Moradores, entraremos, então, com uma representação no Ministério Público? A resposta dos pressentes foi positiva. Regina sugeriu então que já deixássemos marcada uma nova reunião onde o assunto prosseguiria e o documento seria apresentado. Cláudio Janowitzer sugeriu que o documento “técnico” a ser feito fosse enviado por e-mail para que todos os presentes nessa reunião participassem da confecção do mesmo. Diante disso foi escolhida a AMAGÁVEA como a nova anfitriã da reunião que ficou agendada para o próximo dia 24 de agosto, às 19:30 horas na Gávea, faltando apenas ser definido o local. E como mais nenhum assunto foi tratado, a reunião foi dada como encerrada, às 22 horas e 20 minutos, cuja presente ata segue por mim, Elisa Fontes, Conselheira Fiscal, lavrada e assinada, juntamente com a Presidente, Regina Chiaradia.&#8221;</em></p>
<p><strong>Elisa Fontes                                                Regina Chiaradia<br />
</strong>Conselheira Fiscal                                                  Presidente</p>
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		<title>Reunião para discussão da Linha 4 do Metrô &#8211; 24 de agosto!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 14:50:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados vizinhos, Conforme decidido em reunião realizada no Colégio Santo Ignácio, promovida pela AMAB (Associação de Moradores de Botafogo), no dia 03 de agosto, com a presença de diversos representantes das associações de moradores da cidade, convocamos para: REUNIÃO DE ASSOCIAÇÕES DE MORADORES ASSUNTO: LINHA 4 DO METRÔ &#8211; ELABORAÇÃO DE DOCUMENTO COM PROPOSTA ALTERNATIVA PARA A EXPANSÃO DO METRÔ LOCAL: AUDITÓRIO DO RDC (PUC-RIO) DATA: 24 DE AGOSTO DE 2010, DAS 19h30 ÀS 22h30 Para se informar sobre o tema, selecionamos algum material em nosso Blog, que pode ser acessado diretamente através do link: http://wp.me/pCnzM-6p PARTICIPE, DIVULGUE, LEVE SEUS VIZINHOS Saudações, Andréa Pavão – Amagávea]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados vizinhos,</p>
<p>Conforme decidido em reunião realizada no Colégio Santo Ignácio, promovida pela AMAB (Associação de Moradores de Botafogo), no dia 03 de agosto, com a presença de diversos representantes das associações de moradores da cidade, convocamos para:</p>
<p><strong>REUNIÃO DE ASSOCIAÇÕES DE MORADORES<br />
ASSUNTO: LINHA 4 DO METRÔ &#8211; ELABORAÇÃO DE DOCUMENTO COM PROPOSTA ALTERNATIVA PARA A EXPANSÃO DO METRÔ<br />
LOCAL: AUDITÓRIO DO RDC (PUC-RIO)<br />
DATA: 24 DE AGOSTO DE 2010, DAS 19h30 ÀS 22h30</strong></p>
<p>Para se informar sobre o tema, selecionamos algum material em nosso Blog, que pode ser acessado diretamente através do link: <a href="http://wp.me/pCnzM-6p" target="_blank">http://wp.me/pCnzM-6p</a></p>
<p>PARTICIPE, DIVULGUE, LEVE SEUS VIZINHOS</p>
<p>Saudações,<br />
Andréa Pavão – Amagávea</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Degradação do Parque Lage</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/08/degradacao-do-parque-lage/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 14:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforme matéria publicada hoje, 12 de agosto de 2010, no Jornal O Globo, o Parque Lage ainda está sofrendo por causa dos estragos causados pelas chuvas de abril. Aqui mesmo em nosso site publicamos várias imagens aterradoras de deslizamentos de terra ocorridos no Parque, o pior é que em agosto, quatro meses após a tragédia, ainda se tenha tanta degradação e áreas fechadas e interditadas por falta de manutenção. Segundo a matéria, vários avisos e faixas impedem o acesso a inúmeras áreas do Parque que sofreram deslizamentos de terra, e vem acumulando água e mosquitos, piorando o quadro. De acordo com o chefe do Parque Nacional da Tijuca, Bernardo Issa, o governo federal liberou uma verba para o Rio de Janeiro de R$ 10 milhões para recuperação das áreas destruídas pelo temporal de abril, de onde sairiam R$ 200 mil para o Parque. Porém, apesar do anúncio da liberação da verba, feito em maio, o dinheiro ainda não recebido. E a verba liberada pela Prefeitura, de R$ 5 milhões, que já está em uso, não engloba o Parque Lage. Vamos fiscalizar e cobrar do governo federal e da administração dos Parques a recuperação do querido parque Lage, evitando que o mesmo volte a ficar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme matéria publicada hoje, 12 de agosto de 2010, no Jornal O Globo, o Parque Lage ainda está sofrendo por causa dos estragos causados pelas chuvas de abril. Aqui mesmo em nosso site publicamos várias imagens aterradoras de deslizamentos de terra ocorridos no Parque, o pior é que em agosto, quatro meses após a tragédia, ainda se tenha tanta degradação e áreas fechadas e interditadas por falta de manutenção.</p>
<p>Segundo a matéria, vários avisos e faixas impedem o acesso a inúmeras áreas do Parque que sofreram deslizamentos de terra, e vem acumulando água e mosquitos, piorando o quadro. De acordo com o chefe do Parque Nacional da Tijuca, Bernardo Issa, o governo federal liberou uma verba para o Rio de Janeiro de R$ 10 milhões para recuperação das áreas destruídas pelo temporal de abril, de onde sairiam R$ 200 mil para o Parque. Porém, apesar do anúncio da liberação da verba, feito em maio, o dinheiro ainda não recebido. E a verba liberada pela Prefeitura, de R$ 5 milhões, que já está em uso, não engloba o Parque Lage.</p>
<p>Vamos fiscalizar e cobrar do governo federal e da administração dos Parques a recuperação do querido parque Lage, evitando que o mesmo volte a ficar em estado deplorável como estava alguns anos atrás. Afinal, além de patrimônio público, é um espaço que faz bem aos olhos, mentes e pulmões cariocas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Projeto que Recebeu Menção Honrosa no Concurso do Museu do Meio Ambiente do JBRJ</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/projeto-que-recebeu-mencao-honrosa-no-concurso-do-museu-do-meio-ambiente-do-jbrj/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto tem como premissa a concepção de um espaço que valoriza o Museu do Meio Ambiente dentro do Jardim Botânico através da configuração de um “novo lugar” ao seu redor. Propõe-se a criação de um recinto cujo piso está a 1.35 metros abaixo do nível original do jardim chamado pátio do museu. Neste recinto, localizam-se a entrada do museu, a loja, a bilheteria, o guarda volumes, um jardim e o café que permanece no seu lugar original, mas cujo piso interno pode, pelo rebaixamento proposto, se estender por todo o pátio. A volumetria do edifício novo prioriza os visuais do passeio entre a Praça do “lago das tartarugas”, o Arboreto, e o museu existente. A partir deste eixo foram criados volumes de concreto autônomos, onde se encontram as áreas expositivas, separdas por fendas de luz. Tais volumes são conectados por passarelas e escadas metálicas – abertas – cuja seqüência cria um percurso contínuo capaz de vincular os programas do edifício novo com o existente. A seqüência expositiva proposta obriga o expectador a sair de um compartimento antes de entrar em outro, criando uma situação de pausa entre uma sala e outra. Um momento de reflexão ativado pelo contraste sensorial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1633" title="SIAAsite_MUMA_imagem_01" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_01-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>O projeto tem como premissa a concepção de um espaço que valoriza o Museu do Meio Ambiente dentro do Jardim Botânico através da configuração de um “novo lugar” ao seu redor. Propõe-se a criação de um recinto cujo piso está a 1.35 metros abaixo do nível original do jardim chamado pátio do museu. Neste recinto, localizam-se a entrada do museu, a loja, a bilheteria, o guarda volumes, um jardim e o café que permanece no seu lugar original, mas cujo piso interno pode, pelo rebaixamento proposto, se estender por todo o pátio.</p>
<p>A volumetria do edifício novo prioriza os visuais do passeio entre a Praça do “lago das tartarugas”, o Arboreto, e o museu existente. A partir deste eixo foram criados volumes de concreto autônomos, onde se encontram as áreas expositivas, separdas por fendas de luz. Tais volumes são conectados por passarelas e escadas metálicas – abertas – cuja seqüência cria um percurso contínuo capaz de vincular os programas do edifício novo com o existente. A seqüência expositiva proposta obriga o expectador a sair de um compartimento antes de entrar em outro, criando uma situação de pausa entre uma sala e outra. Um momento de reflexão ativado pelo contraste sensorial entre os ambientes interno e externo que move outros sentidos da percepção: tátil, olfativo e auditivo.</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1634" title="SIAAsite_MUMA_imagem_02" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_02-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>No centro deste percurso, no primeiro pavimento, encontra-se a sala de mídia, em um recinto de vidro, que se liga por meio de uma passarela coberta às salas dos pesquisadores no edifício existente. Esta localização nos pareceu estratégica no sentido de valorizar a interlocução da produção científica e a produção de conteúdos e imagens que alimentam as exposições, de forma dinâmica e ágil.</p>
<p>No segundo pavimento, criou-se um terraço aberto, generoso, estendendo-se além da projeção do edifício em direção à copa das árvores, criando um momento de descanso e contemplação neste percurso. O terraço se estende ainda em direção às salas de exposições temporárias do edifício existente, através de uma passarela descoberta, concluindo o percurso das salas expositivas. A partir desse ponto, o expectador desce as escadarias e alcança o saguão central do edifício histórico onde sugerimos a exposição de uma maquete geral do Jardim Botânico, e a implementação de uma midiateca.</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_03.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1635" title="SIAAsite_MUMA_imagem_03" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_03-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Desta forma, o museu novo se integra ao existente de maneira espontânea pela fluidez do sistema de circulação proposto, unindo programas e usos de cada edifício de forma complementar.</p>
<p>Ficha técnica<br />
Data do projeto: 2010<br />
Arquitetura: Ana Paula Pontes, Anderson Freitas, Catherine Otondo, Cesar Shundi Iwamizu, Jorge Pessoa, Marina Grinover, Francesco Perrotta Bosch, Regis Sugaya Colaboradores: Julie Trickett, Julio Cecchini, Luis Rodrigues</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_06.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1636" title="SIAAsite_MUMA_imagem_06" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SIAAsite_MUMA_imagem_06-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Imagens e fonte: Site da SIAA Arquitetura</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Projeto pretende implantar sistema aquaviário na Lagoa Rodrigo de Freitas</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/projeto-pretende-implantar-sistema-aquaviario-na-lagoa-rodrigo-de-freitas/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 14:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[A solução para o caótico trânsito do Rio pode ser o projeto desenvolvido por dois escritórios de arquitetura. Pequenos barcos, com capacidade de passageiros semelhante a dos ônibus urbanos, cruzariam a Lagoa Rodrigo de Freitas. As embarcações teriam as rotas entre diferentes pontos, como o viaduto que dá acesso ao Túnel Rebouças ao Corte do Cantagalo, ou os bairros da Fonte da Saudade e do Humaitá à Praia de Ipanema, através do Canal do Jardim de Alah. Os arquitetos Leonardo Lattavo e João Pedro Backheuser dizem que o projeto não vai resolver o problema do trânsito no entorno da Lagoa, mas será mais uma alternativa de transporte público. Eles disseram que o transporte aquaviário é pouco explorado no Rio, e ressalta que os barcos poderiam fazer a integração com ônibus em pontos no entorno da Lagoa. Fonte: Site do Sidney Rezende]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A solução para o caótico trânsito do Rio pode ser o projeto desenvolvido por dois escritórios de arquitetura. Pequenos barcos, com capacidade de passageiros semelhante a dos ônibus urbanos, cruzariam a Lagoa Rodrigo de Freitas.</p>
<p>As embarcações teriam as rotas entre diferentes pontos, como o viaduto que dá acesso ao Túnel Rebouças ao Corte do Cantagalo, ou os bairros da Fonte da Saudade e do Humaitá à Praia de Ipanema, através do Canal do Jardim de Alah.<br />
<a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/z74.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1622" title="z74" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/z74.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a></p>
<p>Os arquitetos Leonardo Lattavo e João Pedro Backheuser dizem que o projeto não vai resolver o problema do trânsito no entorno da Lagoa, mas será mais uma alternativa de transporte público. Eles disseram que o transporte aquaviário é pouco explorado no Rio, e ressalta que os barcos poderiam fazer a integração com ônibus em pontos no entorno da Lagoa.</p>
<p>Fonte: Site do Sidney Rezende</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bairro irá ganhar estátua do saudoso Chacrinha</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/bairro-ira-ganhar-estatua-do-saudoso-chacrinha/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 17:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais famoso apresentador de programa de auditório da televisão brasileira, José Abelardo Barbosa de Medeiros, o nosso querido Chacrinha, vai ganhar uma homenagem na cidade carioca. Uma estátua de 2,10 metros de altura será construída aqui no nosso bairro, o Jardim Botânico. O monumento de bronze será erguido na Avenida Lineu de Paula Machado, próximo ao Teatro Fênix, e custará R$ 198 mil, conforme publicado no Diário Oficial do município. De acordo com a diretora de chafarizes e monumentos da Fundação Parques e Jardins, Vera Dias, a ideia do projeto é muito antiga, mas por questões burocráticas só pode se realizar agora. &#8220;Há muito tempo se pretende fazer uma homenagem ao Chacrinha. Há um pedido muito grande da família&#8221;, disse. Ainda segundo Vera, a estátua vai ser instalada no dia 30 de setembro, dia em que se comemoraria o 93º aniversário do apresentador. Lá no céu, Chacrinha deve estar com tudo e não estar prosa! Fonte: G1 e site do Sidney Rezende, nosso ilustre morador]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais famoso apresentador de programa de auditório da televisão brasileira, José Abelardo Barbosa de Medeiros, o nosso querido Chacrinha, vai ganhar uma homenagem na cidade carioca. Uma estátua de 2,10 metros de altura será construída aqui no nosso bairro, o Jardim Botânico. O monumento de bronze será erguido na Avenida Lineu de Paula Machado, próximo ao Teatro Fênix, e custará R$ 198 mil, conforme publicado no Diário Oficial do município.</p>
<p>De acordo com a diretora de chafarizes e monumentos da Fundação Parques e Jardins, Vera Dias, a ideia do projeto é muito antiga, mas por questões burocráticas só pode se realizar agora. &#8220;Há muito tempo se pretende fazer uma homenagem ao Chacrinha. Há um pedido muito grande da família&#8221;, disse. Ainda segundo Vera, a estátua vai ser instalada no dia 30 de setembro, dia em que se comemoraria o 93º aniversário do apresentador.</p>
<p>Lá no céu, Chacrinha deve estar com tudo e não estar prosa!</p>
<p>Fonte: G1 e site do Sidney Rezende, nosso ilustre morador</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reunião sobre melhorias na Praça Pio XI</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/reuniao-sobre-melhorias-na-praca-pio-xi-venha-participar/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 14:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Amigos, Tivemos uma reunião no sábado com a Prefeitura e a João Fortes para ouvir sugestões dos moradores sobre as obras da pracinha. Apenas quatro moradores compareceram e sugeriram intervenções, o que é compreensível porque chovia. Portanto, vamos aguardar até sexta-feira as reivindicações de vocês para a reforma e ocupação do espaço. Depois, vamos estudá-las junto com a empresa e a Secretaria de Conservação. Quem tiver alguma sugestão, escreva no nosso grupo. Um abraço! Maria Helena Postado em 22 de julho de 2010 Amigos, Como já foi noticiado aqui, a João Fortes vai construir um prédio onde funcionou por décadas o posto Shell, em frente ao Hospital da Lagoa. A AMA JB agendou uma entrevista com a empresa construtora e obteve informações sobre o gabarito, cronograma, medidas a serem implantadas durante o período da obra, etc., que já foram divulgadas por seu presidente, Alfredo Piragibe. A João Fortes se dispôs a fazer algumas melhorias na Praça Pio XI e mantê-las - em contrapartida aos transtornos que causará ao entorno, embora involuntariamente &#8211; durante o período da sua obra. No próximo sábado, dia 24 de julho às 9 da manhã, teremos uma reunião na pracinha com representantes da AMA JB, João Fortes Engenharia e, possivelmente, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos,</p>
<p>Tivemos uma reunião no sábado com a Prefeitura e a João Fortes para ouvir sugestões dos moradores sobre as obras da pracinha.</p>
<p>Apenas quatro moradores compareceram e sugeriram intervenções, o que é compreensível porque chovia.</p>
<p>Portanto, vamos aguardar até sexta-feira as reivindicações de vocês para a reforma e ocupação do espaço. Depois, vamos estudá-las junto com a empresa e a Secretaria de Conservação.</p>
<p>Quem tiver alguma sugestão, escreva no nosso grupo.</p>
<p>Um abraço!<br />
Maria Helena</p>
<p><strong>Postado em 22 de julho de 2010</strong><br />
Amigos,</p>
<p>Como já foi noticiado aqui, a João Fortes vai construir um prédio onde funcionou por décadas o posto Shell, em frente ao Hospital da Lagoa.</p>
<p>A AMA JB agendou uma entrevista com a empresa construtora e obteve informações sobre o gabarito, cronograma, medidas a serem implantadas durante o período da obra, etc., que já foram divulgadas por seu presidente, Alfredo Piragibe.</p>
<p>A João Fortes se dispôs a fazer algumas melhorias na Praça Pio XI e mantê-las - em contrapartida aos transtornos que causará ao entorno, embora involuntariamente &#8211; durante o período da sua obra.</p>
<p><strong>No próximo sábado, dia 24 de julho às 9 da manhã, teremos uma reunião na pracinha com representantes da AMA JB, João Fortes Engenharia e, possivelmente, a Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos.</strong></p>
<p>A AMA JB apresentará algumas sugestões. As Amigas da Pracinha, grupo que atua há tantos anos neste espaço, levará as suas reivindicações. Esperamos que você &#8211; morador do Jardim Botânico e interessado em assuntos do bairro &#8211; também compareça para discutir conosco o que a Praça Pio XI necessita para se tornar um pólo cultural e sustentável dentro do bairro.</p>
<p>Participar, às vezes, dá trabalho. Como acordar mais cedo numa manhã de sábado. Mas, sem participação, não há democracia: uns poucos decidem pela maioria silenciosa.</p>
<p>Abraço amigo.<br />
Maria Helena Nóvoa</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Subprefeitura demole construção irregular na Av. Niemeyer</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/subprefeitura-demole-construcao-irregular-na-av-niemeyer/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 14:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros, abaixo notinha da demolição que a Subprefeitura da Zona Sul realizou ontem a tarde (20/07/10). Abaixo, algumas fotos. Atenciosamente, Bruna Leão Rua  A Subprefeitura da Zona Sul e a 6ª Região Administrativa demoliram, na tarde desta terça-feira (20), uma estrutura recém construída na Av. Niemeyer, perto da entrada do morro do Vidigal. Há cerca de dois meses, a Subprefeitura retirou um quiosque que funcionava irregularmente no mesmo local, e mais três nos arredores. De acordo com a Associação de Moradores, a construção retirada hoje funcionaria como banheiro. A 3ª Gerência de Conservação, a Coordenadoria de Controle Urbano (CCU), a Guarda Municipal e a Polícia Militar também participaram da operação. &#8211; Subprefeitura da Zona Sul do Rio Assessoria de Imprensa Bruna Leão Rua    Tel. (21) 2511-0501 Cel. (21) 7814-5538 / 9110-0316 Siga-nos também no Twitter: /subzonasul]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Caros, abaixo notinha da demolição que a Subprefeitura da Zona Sul realizou ontem a tarde (20/07/10). Abaixo, algumas fotos.<br />
</em><em>Atenciosamente,<br />
</em><em>Bruna Leão Rua</em> </p>
<p>A Subprefeitura da Zona Sul e a 6ª Região Administrativa demoliram, na tarde desta terça-feira (20), uma estrutura recém construída na Av. Niemeyer, perto da entrada do morro do Vidigal. Há cerca de dois meses, a Subprefeitura retirou um quiosque que funcionava irregularmente no mesmo local, e mais três nos arredores.</p>
<p>De acordo com a Associação de Moradores, a construção retirada hoje funcionaria como banheiro.</p>
<p>A 3ª Gerência de Conservação, a Coordenadoria de Controle Urbano (CCU), a Guarda Municipal e a Polícia Militar também participaram da operação.</p>
<p>&#8211;<br />
Subprefeitura da Zona Sul do Rio<br />
Assessoria de Imprensa<br />
Bruna Leão Rua   <br />
Tel. (21) 2511-0501<br />
Cel. (21) 7814-5538 / 9110-0316<br />
Siga-nos também no Twitter: /subzonasul</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/217.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1569" title="... 217" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/217-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/219.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1570" title="... 219" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/219-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/233.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1571" title="... 233" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/233-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/264.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1572" title="... 264" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/264-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que será feito do posto Shell?</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/o-que-sera-feito-do-posto-shell/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 02:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante todo o tempo que morei no bairro o posto Shell me serviu como ponto de referência, de conveniência e de segurança. Quer uma sobremesa no domingo, vai no posto e compra um sorvete! Ou as tantas vezes que tive que explicar onde fica a Praça Pio XI: “- Onde você mora? - Na Praça Pio XI? - Onde? - Sabe o Hospital da Lagoa, em frente tem um posto Shell, é só entrar na rua depois do posto. - Ah tá!” E claro, por ser um pedaço da Jardim Botânico bastante ermo e escuro, o posto com sua movimentação e claridade, sempre nos deu uma sensação maior de segurança. Desde de o ínicio do mês o posto não está mais lá. Agora sobraram tapumes, escuridão e a grande dúvida: o que será construído em seu lugar? Acredito ser essa uma questão que vem incomodando a todos os moradores do bairro. Afinal, o que quer que seja erguido, afetará a todos. Hoje, dia 9 de julho, nosso presidente Alfredo Piragibe compareceu a uma reunião com a construtora responsável pela área, a João Fortes. Seguem os pontos questionados e discutidos. -Ainda não existe uma definição de quem é o proprietário do prédio. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante todo o tempo que morei no bairro o posto Shell me serviu como ponto de referência, de conveniência e de segurança. Quer uma sobremesa no domingo, vai no posto e compra um sorvete! Ou as tantas vezes que tive que explicar onde fica a Praça Pio XI:<br />
“- Onde você mora?<br />
- Na Praça Pio XI?<br />
- Onde?<br />
- Sabe o Hospital da Lagoa, em frente tem um posto Shell, é só entrar na rua depois do posto.<br />
- Ah tá!”</p>
<p>E claro, por ser um pedaço da Jardim Botânico bastante ermo e escuro, o posto com sua movimentação e claridade, sempre nos deu uma sensação maior de segurança.</p>
<p>Desde de o ínicio do mês o posto não está mais lá. Agora sobraram tapumes, escuridão e a grande dúvida: o que será construído em seu lugar? Acredito ser essa uma questão que vem incomodando a todos os moradores do bairro. Afinal, o que quer que seja erguido, afetará a todos.</p>
<p>Hoje, dia 9 de julho, nosso presidente Alfredo Piragibe compareceu a uma reunião com a construtora responsável pela área, a João Fortes. Seguem os pontos questionados e discutidos.</p>
<p>-Ainda não existe uma definição de quem é o proprietário do prédio. A princípio será vendido em partes, porém a João Fortes deixou claro que existem negociações com algumas empresas. Portanto a matéria publicada na mídia de que o prédio seria da EBX não se confirma.</p>
<p>- A João Fortes esclareceu que os tapumes colocados são da Shell e não deles. A construtora já entrou com pedido de autorização na prefeitura para colocação do seu tapume, com objetivo de recuar um pouco para que se deixe um espaço maior de calçada.</p>
<p>- A João Fortes informou que toda a demolição do prédio e remoção dos tanques seguem as regras ambientais vigentes. Esclareceu que parte do processo de remoção é feito pela Shell e outra parte por eles.</p>
<p>- O prédio terá seis andares sendo dois de subsolo, térreo e  um andar para estacionamento. As vagas seguem as regras da CET-RIO vigentes. Ponto importante, pois a entrada do estacionamento do prédio, onde quer que seja, influenciará diretamente no já complicado trânsito deste pedaço da rua Jardim Botânico.</p>
<p>- Ficou acordado que durante as obras, a João Fortes colocará iluminação no local e que a calçada será ajustada para facilitar a passagem dos pedestres. Porém, devido a burocracia da prefeitura o processo é lento e leva em média 20 dias utéis.</p>
<p>- O período da obra está previsto para durar 20 meses. Ainda não existe um alinhamento do horário para realização, porém nos garatiram que seremos informados.</p>
<p>- A AMAJB solictou a João Fortes a inclusão da revitalização da Praça Pio XI ao projeto. A ideia é que a construtora adote a pracinha pelo menos enquanto durarem as obras. Será realizado no próximo sábado, dia 17 de julho, uma reunião com várias mães frequentadoras da pracinha a fim de listar as melhorias a serem requeridas. Divulgaremos a reunião no site e no grupo para que todos os interessados possam participar desse processo.</p>
<p>- A João Fortes informou que o prédio segue as regras de sustentabilidade existentes e que haverá bastante verde em volta a fim de manter as características da região.</p>
<p>- O projeto inclui no térreo espaço para lojas comerciais, como o prédio residencial no início da Jardim Botânico, que tem hoje como vizinho o Supermercado Zonal Sul.</p>
<p>A princípio essas são as informações. É importante ficarmos atentos, AMA JB e moradores, para garatir que todas as promessas acima serão cumpridas. Afinal, é nosso dever cuidar do lugar que escolhemos para viver. Junte-se a nós!</p>
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		<title>A união dos moradores vale a pena! Leia essa história de sucesso</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 15:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando a população se une em prol de um objetivo, o sucesso se faz presente. Veja como os moradores do Jardim Botãnico se uniram e conseguiram uma vitória muito importante para o bairro. Em janeiro de 2008, começaram a fazer obras na casa situada na rua J Carlos número 101. Os moradores rapidamente foram verificar o que seria no local. Descobriram que as obras se destinavam à instalação de um Juízado Especial e à salas de aulas da Univercidade. Imediatamente, por ser a área ZR1 &#8211; zona residencial 1, a mais residencial de todas, desde o zoneamento urbano de 1975, os moradores se uniram e recolheram 600 assinaturas contra a instalação do prédio público e da universidade. Com um morador advogado prestando assistência jurídica, Sr. Rodrigo Mattos, o então presidente da AMA JB, Evaldo Freitas, junto com os moradores enviaram cartas e mensagens à prefeitura e ao Tribunal de Justiça. Com toda essa mobilização o prefeito na época, Cesar Maia, mandou inspecionar o prédio, emitindo cinco multas à Univercidade. Multas estas quer serviram de base para a ação que a AMA JB moveu contra o Governo do Estado e contra a Univercidade. Continuando em sua luta, a Associação e seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a população se une em prol de um objetivo, o sucesso se faz presente. Veja como os moradores do Jardim Botãnico se uniram e conseguiram uma vitória muito importante para o bairro.</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/juizado+pracinha+o+globo+ago2010.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1787" title="juizado+pracinha+o+globo+ago2010" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/juizado+pracinha+o+globo+ago2010-300x206.jpg" alt="" width="389" height="300" /></a></p>
<p>Em janeiro de 2008, começaram a fazer obras na casa situada na rua J Carlos número 101. Os moradores rapidamente foram verificar o que seria no local. Descobriram que as obras se destinavam à instalação de um Juízado Especial e à salas de aulas da Univercidade. Imediatamente, por ser a área ZR1 &#8211; zona residencial 1, a mais residencial de todas, desde o zoneamento urbano de 1975, os moradores se uniram e recolheram 600 assinaturas contra a instalação do prédio público e da universidade.</p>
<p>Com um morador advogado prestando assistência jurídica, Sr. Rodrigo Mattos, o então presidente da AMA JB, Evaldo Freitas, junto com os moradores enviaram cartas e mensagens à prefeitura e ao Tribunal de Justiça. Com toda essa mobilização o prefeito na época, Cesar Maia, mandou inspecionar o prédio, emitindo cinco multas à Univercidade. Multas estas quer serviram de base para a ação que a AMA JB moveu contra o Governo do Estado e contra a Univercidade.</p>
<p>Continuando em sua luta, a Associação e seus moradores, foram atrás do Tribunal de Justiça para buscar um solução. Quando o desembargador Luiz Zveiter assumiu a presidência do TJ, se prontificou a junto com a AMA JB procurar por outro local para a realocação do Juízado. Depois de muita procura, chegou-se a um prédio que estava sendo subutilizado pelo posto de saúde do IASERJ na Gávea. O prédio será reformado para receber o VI Juízado Especial Cível junto com um Centro de Atendimento Jurídico ao Idoso.</p>
<p>Durante todo o processo de negociação. o diretor de engenharia do TJ e a presidente da AMA JB Maria Helena Nóvoa foram essenciais, empenhando seus esforços na busca por uma solução satisfatória para todas as partes envolvidas.</p>
<p>Segundo o Diretoria Geral de Engenharia TJRJ, Paulo Targa, a obra para a construção do novo Juizado Especial Cível do Jardim Botânico começou ontem, dia 28 de julho de 2010 e a inaguração está prevista para dia <strong>19 de janeiro de 2011</strong>.</p>
<p>E já está sendo combinado, para fevereiro, um bom churrasco na pracinha dos Jacarandás, com todos os moradores e envolvidos para celebrar a nossa vitória.</p>
<p>Todas as informações acima nos foram gentilmente cedidas pelo morador Guilherme L. Carvalho.</p>
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		<title>O Trajeto da Linha 4 do Metrô</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/o-trajeto-da-linha-4-do-metro/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 17:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fabiana.conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Como será o metrô para a Barra? Onde conectarão o metrô na linha 1? De que forma isso ocorrerá? Que linha será realmente feita? Qual o traçado e as estações que serão construídas? Onde estas estações ficarão? Todas estas perguntas continuam sem resposta. Com pelo menos 12 anos de atraso, as obras do metrô para a Barra da Tijuca começaram no último sábado, dia 25 de junho. As escavações começaram pela futura Estação Jardim Oceânico, de lá, o metrô seguirá em direção à Zona Sul. Sobre o trajeto desta tão falada linha 4, um estudo feito pelo governo do Estado constatou que o projeto original, que começaria em Botafogo, no Morro São João, e passaria pelo Humaitá, Jardim Botânico, Gávea e São Conrado até chegar ao Jardim Oceânico, na Barra, licitado em 1998, atenderia a um número menor de pessoas, cerca de 120 mil passageiros, e o custo da passagem seria muito alto, R$ 6,40. Já a nova trajetória sugerida, cruzando a Zona Sul da cidade, terá a extensão de 13,5 Km, 2,8 Km a menos que o projeto antigo, e tem a expectativa de atender a 230 mil pessoas, que farão a viagem da Barra até o Centro, em 34 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como será o metrô para a Barra? Onde conectarão o metrô na linha 1? De que forma isso ocorrerá? Que linha será realmente feita? Qual o traçado e as estações que serão construídas? Onde estas estações ficarão? Todas estas perguntas continuam sem resposta.</p>
<p>Com pelo menos 12 anos de atraso, as obras do metrô para a Barra da Tijuca começaram no último sábado, dia 25 de junho. As escavações começaram pela futura Estação Jardim Oceânico, de lá, o metrô seguirá em direção à Zona Sul.</p>
<p>Sobre o trajeto desta tão falada linha 4, um estudo feito pelo governo do Estado constatou que o projeto original, que começaria em Botafogo, no Morro São João, e passaria pelo Humaitá, Jardim Botânico, Gávea e São Conrado até chegar ao Jardim Oceânico, na Barra, licitado em 1998, atenderia a um número menor de pessoas, cerca de 120 mil passageiros, e o custo da passagem seria muito alto, R$ 6,40.</p>
<p>Já a nova trajetória sugerida, cruzando a Zona Sul da cidade, terá a extensão de 13,5 Km, 2,8 Km a menos que o projeto antigo, e tem a expectativa de atender a 230 mil pessoas, que farão a viagem da Barra até o Centro, em 34 minutos, e da Barra até Ipanema em 15 minutos. O preço da passagem está estimado em R$ 2,60.</p>
<p>Na extensão da Linha 1 até a Barra, seis novas estações serão construídas: Nossa Senhora da Paz, Gávea, Leblon, São Conrado, Jardim de Alah e Jardim Oceânico. E a distância entre elas será de 2,5 Km.</p>
<p>As regiões de Botafogo, Humaitá e Jardim Botânico, que fariam parte do projeto antigo de extensão da Linha 1, deverão ser atendidas por ônibus integrados às estações Botafogo e Gávea. Também é previsto este benefício aos bairros do Recreio e Jacarepaguá, que seriam interligados ao metrô por ônibus na estação Jardim Oceânico.</p>
<p>Os investimentos previstos para o novo traçado são de aproximadamente R$ 2,8 bilhões. A construção já começou pela Barra e irá até a Gávea, que é o trecho já licitado. Já o percurso da Gávea até Ipanema ainda precisa de licitação. O responsável pelas obras no primeiro trecho a ser construído será o consórcio Rio Barra, vencedor da licitação em 1998.</p>
<p>A Linha 4 é uma das maiores reivindicações da população carioca na atualidade, visto que o tráfego entre a Zona Sul e a Barra é um dos piores, mais congestionados e saturados da cidade do Rio de Janeiro hoje, já que liga duas regiões de alto poder aquisitivo e geradoras de empregos. O caos na região é iminente, e devido às pouquíssimas opções de melhorias disponíveis, a implantação do Metrô é vista como a única saída e solução para o local.</p>
<p>A AMAJB quer saber a sua opinião sobre este assunto que vem causando bastante polêmica entre os moradores não só do nosso bairro. Esta questão já está na pauta para ser debatida na próxima reunião mensal que será realizada no dia 12 de julho às 20 horas no Colégio Divina Providência. Participe!</p>
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