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	<title>Associação dos Moradores e Amigos do Jardim Botânico &#187; Espaço do morador</title>
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	<description>Associação dos Moradores e Amigos Jardim Botânico</description>
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		<title>Dicas práticas de reciclagem</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 16:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Produzido pela nossa moradora Anna Paula Leal, para distribuição em prédios e condomínios do bairro, este resumo foi elaborado para reciclarmos nosso lixo da melhor forma possível, contribuindo assim com a sustentabilidade do nosso planeta. Assim como ela, vamos todos fazer a nossa parte! O LIXO NO BRASIL O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias. Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente. Reciclando, estamos ajudando a natureza, diminuindo o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros. COLETA SELETIVA  X  COLETA COMUM ( Vale a pena saber!)  DESTINO PAPEL PLÁSTICO VIDROS METAIS COLETA SELETIVA papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Produzido pela nossa moradora Anna Paula Leal, para distribuição em prédios e condomínios do bairro, este resumo foi elaborado para reciclarmos nosso lixo da melhor forma possível, contribuindo assim com a sustentabilidade do nosso planeta.</strong></p>
<p><strong>Assim como ela, vamos todos fazer a nossa parte!</strong></p>
<p><strong>O LIXO NO BRASIL</strong></p>
<p>O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.</p>
<p>Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. <strong>Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.</strong></p>
<p>Reciclando, estamos ajudando a natureza, diminuindo o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.</p>
<p><strong>COLETA SELETIVA  X  COLETA COMUM ( Vale a pena saber!)</strong><strong> </strong></p>
</div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<thead>
<tr>
<td>
<h5>DESTINO</h5>
</td>
<td>
<h5>PAPEL</h5>
</td>
<td>
<h5>PLÁSTICO</h5>
</td>
<td>
<h5>VIDROS</h5>
</td>
<td>
<h5>METAIS</h5>
</td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>
<h5>COLETA SELETIVA</h5>
</td>
<td>papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa vida, listas telefônicas, livros</td>
<td>sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral (retire antes o excesso de sujeira)</td>
<td>garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos (retire antes o excesso de sujeira)</td>
<td>latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folhas-de-flandres</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h5>LIXO COMUM</h5>
</td>
<td>papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesivas</td>
<td>plásticos termofixos (usados na indústria eletroeletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos)</td>
<td>espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores</td>
<td>clipes, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div>
<h2>Como reciclar em seu prédio?</h2>
<p>Que tal começar a fazer a sua parte na sua casa?</p>
<p>Separe seu lixo e solicite ao seu condomínio que disponibilize lixeiras para o descarte correto de materiais recicláveis e não recicláveis.</p>
<p>Em relação a <strong>lâmpadas fluorescentes e outra lâmpadas</strong>, deixe-as separadas para serem manualmente recolhidas pelo encarregado da limpeza. Se a Lâmpada estiver quebrada, coloque-a dentro de um saco plástico.</p>
<p><strong>Pilhas e baterias</strong>. Peça ao seu condomínio uma lixeira específica para estes materiais. Caso, não tenha descarte-as em locais apropriados. Alguns estabelecimentos comerciais recolhem pilhas e baterias, especialmente lojas que vendem celulares.</p>
<p>Os <strong>remédios </strong>que estiverem na validade, você pode doar ao ambulatório  da Praia do Pinto, que fica na rua Jardim Botânico, 187 (esquina da Maria Angélica).</p>
<p>Coloque o <strong>óleo de cozinha </strong>peneirado (ou seja sem resíduos sólidos) em uma embalagem de amaciante previamente limpa (que tem a boca larga e com maior facilidade de despejar o líquido frio nela). Ligue para o disk óleo vir buscar. Eles buscam aqui no Jardim Botânico acima de 6 L.</p>
<h2>Para saber mais&#8230;.</h2>
<h3>Lâmpadas Fluorescentes</h3>
<p>Apesar de economizar energia, as lâmpadas fluorescentes contêm metais pesados. Enquanto estão intactas, elas não oferecem risco durante o manuseio. Contudo, quando rompidas, liberam vapor de mercúrio, que é absorvido principalmente pelos pulmões, causando intoxicação. Dependendo da temperatura do ambiente, o vapor pode permanecer no ar por até três semanas. Por isso, é recomendável que as lâmpadas sejam armazenadas em local seco, dentro das embalagens originais, protegidas contra eventuais choques.</p>
<p>No contato com lâmpadas quebradas, é necessário o uso de avental, luvas e botas plásticas. Os cacos devem ser coletados com cuidado, para evitar ferimentos, e colocados em embalagem lacrada.</p>
<p><strong>As lâmpadas fluorescentes devem ser separadas do lixo orgânico e dos materiais tradicionalmente recicláveis, como vidro, papel e plásticos</strong><strong>.</strong> Se o destino dessas lâmpadas for o aterramento, o mercúrio se infiltrará no solo, atingindo mananciais e a cadeia alimentar humana.</p>
<h3>Pilhas e baterias</h3>
<p>A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) classifica como lixo perigoso as pilhas e as baterias que apresentem, em suas composições, substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo e cádmio, pois podem contaminar o solo e a água, além de, em contato com o homem, causar dano ao cérebro, rins e pulmões.</p>
<p><em><strong>Não podem ser descartadas no lixo comum</strong></em><strong>:</strong> baterias utilizadas em celulares, telefones sem fio e outros aparelhos com sistemas recarregáveis; baterias de chumbo ácido usadas em algumas filmadoras de modelo antigo e em veículos; e pilhas de óxido de mercúrio, usadas em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle.</p>
<h3>Medicamentos</h3>
<p>Deixe os remédios que estiverem fora de prazo em drogarias e farmácias (inclusive as de manipulação), e entregue restos de medicamentos que ainda podem ser utilizados nos Centros de Saúde. Esses locais estão obrigados a atender à Resolução nº 358, de 29 de abril de 2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde</p>
<h3>Óleo de cozinha</h3>
<p>A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia também pode contribuir para diminuir o aquecimento global, pois sua decomposição emite metano, um dos principais gases que causam o efeito estufa.</p>
<p>O óleo deve ser acondicionado em sacos plásticos ou em uma garrafa PET e encaminhado a empresas que o transformam em produto de limpeza ou biodiesel.</p>
<p>O óleo de cozinha pode contaminar até 1 milhão de litros de água, o equivalente ao consumo de um ser humano por 14 anos. Além disso, ao ser jogado no ralo da pia, contribui para o entupimento das tubulações e a proliferação de ratos, baratas e insetos nas redes de esgoto. </p>
</div>
<p><strong>Disque Óleo Vegetal Usado Tel:(21) 2260-3326 / (21) 7827-9449. Um dos responsáveis pela coleta, com uniformes da empresa e tudo, vira buscar as garrafas. Para saber mais, <a href="http://www.disqueoleo.com.br/" target="_blank">www.disqueoleo.com.br</a></strong></p>
<p><strong>Dica: </strong>O óleo também pode ser utilizado, pelo próprio consumidor, para se fazer sabão. Confira a receita:</p>
<div>
<h5>Ingredientes:</h5>
<ul>
<li>5 litros de óleo de cozinha usado</li>
<li>200 mililitros de amaciante</li>
<li>2 litros de água</li>
<li>1 quilo de soda cáustica em escama</li>
</ul>
<h5>Modo de preparo:</h5>
<p>Com cuidado, ponha a soda em escamas no fundo de um balde plástico. Depois, adicione a água fervendo e mexa até diluir a soda. Acrescente o óleo e continue mexendo. Misture bem o amaciante. Jogue a mistura em uma forma. No dia seguinte, cortar as barras de sabão.</p>
</div>
<p><strong>Além de sua colaboração, é importante que você explique todos estes procedimentos para as pessoas que moram ou cuidam da sua casa.</strong></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2011%2F03%2Fdicas-praticas-de-reciclagem%2F&amp;title=Dicas%20pr%C3%A1ticas%20de%20reciclagem" id="wpa2a_2"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Revitalização ou maquiagem urbana?</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2011/02/revitalizacao-ou-maquiagem-urbana/</link>
		<comments>http://www.amajb.org.br/2011/02/revitalizacao-ou-maquiagem-urbana/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 21:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente e Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Revitalização, segundo o dicionário Aurélio significa “Conjunto de medidas que visam criar novo grau de eficiência (para um) conjunto urbanístico, de uma região”. Atualmente, esse termo tem sido banalizado em intervenções urbanas apresentadas para a cidade do Rio de Janeiro, independentemente de ser realmente uma proposta eficiente, holística e sistêmica. A eficiência de uma revitalização passa pelos seus múltiplos usos e benefícios abióticos, bióticos e sócio-culturais concretos e inovadores, de modo a que venha a ter um alto desempenho e baixo impacto na paisagem no longo prazo. Em outras palavras, uma intervenção urbana deve prestar inúmeros benefícios além de lazer e recreação. Como por exemplo: minimizar enchentes e inundações; reduzir o escoamento superficial das águas das chuvas, promovendo sua filtragem antes de alcançar os corpos d’água, com a melhoria da qualidade do ar, das águas e do solo; contribuir para a captura de carbono e a amenização das temperaturas locais; fornecer habitat para a biodiversidade; melhorar as condições de uso de ciclovias sombreadas, com mais conforto e segurança, entre inúmeros outros. A construção contínua de uma cidade sustentável e resiliente requer, antes de tudo, que haja de fato um processo participativo, transparente, e que possa ser monitorado com ampla visibilidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Revitalização, segundo o dicionário Aurélio significa “Conjunto de medidas que visam criar novo grau de eficiência (para um) conjunto urbanístico, de uma região”. Atualmente, esse termo tem sido banalizado em intervenções urbanas apresentadas para a cidade do Rio de Janeiro, independentemente de ser realmente uma proposta eficiente, holística e sistêmica. A eficiência de uma revitalização passa pelos seus múltiplos usos e benefícios abióticos, bióticos e sócio-culturais concretos e inovadores, de modo a que venha a ter um alto desempenho e baixo impacto na paisagem no longo prazo. Em outras palavras, uma intervenção urbana deve prestar inúmeros benefícios além de lazer e recreação. Como por exemplo: minimizar enchentes e inundações; reduzir o escoamento superficial das águas das chuvas, promovendo sua filtragem antes de alcançar os corpos d’água, com a melhoria da qualidade do ar, das águas e do solo; contribuir para a captura de carbono e a amenização das temperaturas locais; fornecer habitat para a biodiversidade; melhorar as condições de uso de ciclovias sombreadas, com mais conforto e segurança, entre inúmeros outros.</p>
<p>A construção contínua de uma cidade sustentável e resiliente requer, antes de tudo, que haja de fato um processo participativo, transparente, e que possa ser monitorado com ampla visibilidade, para a sociedade organizada acompanhar o seu desenvolvimento. O que aliás, é um requisito do Estatuto das Cidades.</p>
<p>Nada mais acertado do que propor planos e projetos em escalas de bacias hidrográficas urbanas. Contudo, o estabelecimento de comitês gestores para as diversas bacias de drenagem da cidade não basta. Na reunião realizada em 10 de fevereiro, para a instalação do comitê gestor da orla da Lagoa, foi apresentada uma proposta de intervenção em pontos específicos, com o asfaltamento de 31 mil metros quadrados de ciclovias (dado publicado em matéria do jornal O Globo, 24.02.2011). Na abertura foi enfatizada gestão integrada e a visão holística. O que não se verifica na intervenção em si, que se propõe a dar soluções pontuais a uma área de altíssima visibilidade e estima, de toda a população carioca e de seus visitantes. Nesse encontro não houve abertura para contribuições, apenas aconteceram manifestações isoladas uma vez que a reunião foi só para a apresentação de idéias já prontas para implantação. Perde a cidade e seus moradores, que serão os financiadores de mais um projeto cosmético para uma área que se encontra em estado avançado de degradação, e que não considera o tremendo potencial paisagístico-ambiental que a área possui.</p>
<p>É uma grande oportunidade que se apresenta para levar o conceito de revitalização ao seu potencial máximo. O Rio tem qualidades paisagísticas que devem ser aprimoradas com projetos que tornem a cidade mais sustentável e resiliente. A participação efetiva de profissionais de diferentes campos de conhecimento e representantes dos diversos grupos que compõem a sociedade local é de fundamental relevância para que os investimentos feitos revitalizem a cidade em prol de seus moradores, em primeiro lugar. E com isso, possam atrair mais visitantes e investimentos. Perde-se o foco, ao se investir 8,3 milhões em uma maquiagem urbana, ao invés de ir mais fundo em busca de soluções multifuncionais de longo prazo. A revitalização da Lagoa não deveria ser apenas tratada como orla, mas sim como bacia contribuinte da Lagoa, com um planejamento para recomposição de seus cursos d’água, revisão do sistema viário como um todo, com a priorização de transporte de massa de qualidade e alternativo não poluente seguro e confortável (bicicletas e pedestres). Devolver a cidade para as pessoas, resgatar as áreas asfaltadas destinadas a carros, quentes e poluídas transformando-as em áreas de convívio: entre as pessoas e a natureza.</p>
<p><strong>Cecilia Polacow Herzog</strong></p>
<p><strong>Paisagista urbana, mestre em urbanismo, presidente da ONG Inverde, consultora da AMAJB</strong></p>
<p><a href="http://www.inverde.org" target="_blank">www.inverde.org</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2011%2F02%2Frevitalizacao-ou-maquiagem-urbana%2F&amp;title=Revitaliza%C3%A7%C3%A3o%20ou%20maquiagem%20urbana%3F" id="wpa2a_4"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>A marchinha da árvore</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2011/02/a-marchinha-da-arvore/</link>
		<comments>http://www.amajb.org.br/2011/02/a-marchinha-da-arvore/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 19:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A manifestação pela árvore da Benjamim Batista, que já divulgamos por aqui, ainda não tem data certa, mas já tem marchinha de carnaval! Quem quiser aprender a letra, clique no link para o blog da Cristina Brasil e divirta-se. http://www.cristinabrasil.com.br/blog/?p=9546]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A manifestação pela árvore da Benjamim Batista, que já divulgamos por aqui, ainda não tem data certa, mas já tem marchinha de carnaval!</p>
<p>Quem quiser aprender a letra, clique no link para o blog da Cristina Brasil e divirta-se.</p>
<p><a href="http://www.cristinabrasil.com.br/blog/?p=9546">http://www.cristinabrasil.com.br/blog/?p=9546</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2011%2F02%2Fa-marchinha-da-arvore%2F&amp;title=A%20marchinha%20da%20%C3%A1rvore" id="wpa2a_6"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Poda de árvores na Maria Angélica justificada</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2011/02/poda-de-arvores-na-maria-angelica-justificada/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 19:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Por causa da reclamação de uma moradora da Rua Maria Angélica, preocupada com a poda de árvores que vinha acontecendo em sua rua, o nosso presidente entrou em contato com o Sr. Edson Rufino, que vem a ser diretor da Comlurb. Prontamente recebemos uma resposta do porquê e de como foi executada a poda, e podemos ler abaixo que não existe razão para preocupações. Para termos certeza de que nossas árvores serão bem cuidadas e preservadas, a AMA JB está verificando o custo para contratar um profissional fitosanitarista que nos ajudará no tratamento de plantas doentes e nos dará a consultoria necessária para sabermos quando e como as árvores deverão ser podadas. “Alfredo, encaminho abaixo relato da engenheira Priscila sobre o manejo na Rua Maria Angélica. Como você pergunta sobre remoções, ela me disse por telefone, pois não consta no relato abaixo, que não há remoção de vegetais para essa rua. Disse ainda que todos os vegetais estão com brotações e que crescerão normalmente. Sobre sua observação de ter contratado um especialista, avalio que podemos tentar desenvolver um trabalho em parceria, ou seja, podemos passar para você os locais que estão demandando serviços e após a vistoria do especialista poderemos marcar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por causa da reclamação de uma moradora da Rua Maria Angélica, preocupada com a poda de árvores que vinha acontecendo em sua rua, o nosso presidente entrou em contato com o Sr. Edson Rufino, que vem a ser diretor da Comlurb. Prontamente recebemos uma resposta do porquê e de como foi executada a poda, e podemos ler abaixo que não existe razão para preocupações.</p>
<p>Para termos certeza de que nossas árvores serão bem cuidadas e preservadas, a AMA JB está verificando o custo para contratar um profissional fitosanitarista que nos ajudará no tratamento de plantas doentes e nos dará a consultoria necessária para sabermos quando e como as árvores deverão ser podadas.</p>
<div><em>“Alfredo,</em><br />
<em>encaminho abaixo relato da engenheira Priscila sobre o manejo na Rua Maria Angélica. Como você pergunta sobre remoções, ela me disse por telefone, pois não consta no relato abaixo, que não há remoção de vegetais para essa rua. Disse ainda que todos os vegetais estão com brotações e que crescerão normalmente.</em><br />
<em>Sobre sua observação de ter contratado um especialista, avalio que podemos tentar desenvolver um trabalho em parceria, ou seja, podemos passar para você os locais que estão demandando serviços e após a vistoria do especialista poderemos marcar a execução do serviço, o que voce acha da sugestão?</em><br />
<em>Edson Rufino”</em></div>
<p><em>“Sr. Diretor,</em><br />
<em>Em vistoria realizada no dia 18/02/11 foi constatado que as podas já executadas na referida rua foram necessárias para eliminar conflitos com fachadas, iluminação e para equilibrar os vegetais. Com exceção de algumas sennas, o serviço foi executado sem muitas alterações na morfologia natural do vegetal. As sennas, que se encontram com</em><br />
<em>ramificações da copa estioladas, por isso a redução de altura de copa foi necessária. Não sendo, no entanto,  poda drástica. Elas já se encontravam com copa disforme. Algumas árvores, que se encontram sob Rede de Alta tensão, já estavam deformadas em função de poda da Light.</em><br />
<em>Att</em><br />
<em>Priscila Marinelli”</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2011%2F02%2Fpoda-de-arvores-na-maria-angelica-justificada%2F&amp;title=Poda%20de%20%C3%A1rvores%20na%20Maria%20Ang%C3%A9lica%20justificada" id="wpa2a_8"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Relato de uma moradora</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2011/02/relato-de-uma-moradora/</link>
		<comments>http://www.amajb.org.br/2011/02/relato-de-uma-moradora/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 22:45:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Conti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos este e-mail de uma moradora do Jardim Botânico, hoje 7 de fevereiro de 2011. É realmente inacreditável e preocupante o que ela relata. &#8220;Gostaria de relatar o que aconteceu comigo neste final de semana. No domingo, eu estava no parquinho do Jardim Botânico com meu marido, minha filha de 8 meses e um casal de amigos com sua bebê de 5 meses. Estávamos sentados numa mesa, embaixo de uma árvore protegidos do sol, bebês ao redor e várias crianças correndo e circulando. De repente, um côco caiu na minha cabeça. Imediatamente começou a sangrar muito, todos correram na minha direção, outras pessoas ajudaram, trouxeram gelo e consegui estancar o sangue. Meus amigos foram para casa com a minha filhinha enquanto eu e meu marido éramos levados pela equipe de apoio do Jardim Botânico até a emergência do Copa D’or. Fui examinada, medicada e liberada – felizmente não sofri nada além de um ferimento superficial e um enorme galo na cabeça.  Passado o susto, refleti sobre a situação. A remota possibilidade de um côco cair numa área de recreação infantil é inadmissível. Minha filhinha estava a uns 20 cm de mim, se o côco caísse – tremo só de pensar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebemos este e-mail de uma moradora do Jardim Botânico, hoje 7 de fevereiro de 2011. É realmente inacreditável e preocupante o que ela relata.</p>
<p><em>&#8220;Gostaria de relatar o que aconteceu comigo neste final de semana.</em></p>
<p><em>No domingo, eu estava no parquinho do Jardim Botânico com meu marido, minha filha de 8 meses e um casal de amigos com sua bebê de 5 meses. Estávamos sentados numa mesa, embaixo de uma árvore protegidos do sol, bebês ao redor e várias crianças correndo e circulando. De repente, um côco caiu na minha cabeça. Imediatamente começou a sangrar muito, todos correram na minha direção, outras pessoas ajudaram, trouxeram gelo e consegui estancar o sangue. Meus amigos foram para casa com a minha filhinha enquanto eu e meu marido éramos levados pela equipe de apoio do Jardim Botânico até a emergência do Copa D’or.</em></p>
<p><em>Fui examinada, medicada e liberada – felizmente não sofri nada além de um ferimento superficial e um enorme galo na cabeça. </em></p>
<p><em>Passado o susto, refleti sobre a situação. A remota possibilidade de um côco cair numa área de recreação infantil é <strong>inadmissível</strong>. Minha filhinha estava a uns 20 cm de mim, se o côco caísse – tremo só de pensar – em cima dela, o estrago teria proporções desastrosas. Aquela área específica concentra o maior número de crianças do Parque, um côco ou qualquer outra fruta simplesmente não pode correr o risco cair ali!</em></p>
<p><em>Num misto de alívio e de revolta estou divulgando o evento para o maior número possível de pessoas para que conheçam o risco desse simples passeio e para pressionar o Parque a rever seus procedimentos de poda ou eventualmente reavaliar as árvores que ficam ali. Estou considerando acionar o Parque judicialmente para que a direção entenda que isso não pode acontecer, mesmo sem atingir ninguém.</em></p>
<p><em>Rachel Platenik&#8221;</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2011%2F02%2Frelato-de-uma-moradora%2F&amp;title=Relato%20de%20uma%20moradora" id="wpa2a_10"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Cachorro desaparecido</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 15:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>

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		<description><![CDATA[Moro na Peri, esquina com a Lopes Quintas, e na última sexta feira 01/10, meu cachorro um Jack Russel branco e marron, com medo dos trovões, desceu a Lopes Quintas correndo em direção a Lagoa e não temos notícias dele desde então. Caso alguém tenha alguma notícia favor entrar em contato pelo telefone: 7851-0167 Desde já agradeço a atenção, Isabella.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/10/cahoro-jack.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1998" title="cahoro jack" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/10/cahoro-jack.jpg" alt="" width="98" height="130" /></a>Moro na Peri, esquina com a Lopes Quintas, e na última sexta feira 01/10, meu cachorro um Jack Russel branco e marron, com medo dos trovões, desceu a Lopes Quintas correndo em direção a Lagoa e não temos notícias dele desde então.</div>
<div>
<div>Caso alguém tenha alguma notícia favor entrar em contato pelo telefone: 7851-0167</div>
<p>Desde já agradeço a atenção, Isabella.</p></div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F10%2Fcachorro-desaparecido%2F&amp;title=Cachorro%20desaparecido" id="wpa2a_12"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Procura de apartamento no JB</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 15:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>

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		<description><![CDATA[Procuro apartamento no Jardim Botânico com dois quartos. Não precisa ser novo nem ter garagem, mas deve ser silencioso. Favor contactar: Angela, no telefone 9134-7298]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Procuro apartamento no Jardim Botânico com dois quartos.</div>
<div>Não precisa ser novo nem ter garagem, mas deve ser silencioso.</div>
<div>Favor contactar: Angela, no telefone 9134-7298</div>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
	top.updatecursor();</p>
<p>function ToggleBar()	{</p>
<p>if(parent.MenuBar.document.readyState == "complete")	{</p>
<p>if(top.FramePage.MenuBar.ButtonStatus["opendraft"] != "Off") {
top.FramePage.MenuBar.ButtonToggle("opendraft", "Off");
top.FramePage.MenuBar.ButtonToggle("reply", "On");
top.FramePage.MenuBar.ButtonToggle("replyall", "On");
top.FramePage.MenuBar.ButtonToggle("forward", "On");
top.FramePage.MenuBar.ButtonToggle("move", "On");
top.FramePage.MenuBar.ButtonToggle("delete", "On");
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<p>} else	{
	setTimeout("ToggleBar()",400)
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<p>}</p>
<p>// We are a new message, update the status
var num = parent.FolderState[escape("Inbox" + "fstatus")];</p>
<p>if(num > 0)	{
num = num - 1;
parent.FolderState[escape("Inbox" + "fstatus")] = num;
parent.FolderStateReDraw(escape("Inbox"));
}
// ]]&gt;</script></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F10%2Fprocura-de-apartamento-no-jb%2F&amp;title=Procura%20de%20apartamento%20no%20JB" id="wpa2a_14"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Denúncia de Morador &#8211; Poluição do Rio dos Macacos</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/09/denuncia-de-morador-poluicao-do-rio-dos-macacos/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 18:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente e Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Caro Alfredo e demais membros da Associação de Moradores do Jardim Botânico, Gostaria de contar com apoio desta associação para fazer uma denúncia grave sobre a poluição do Rio dos Macacos pelo Clube da Cedae, Clube dos Macacos, fato que diz respeito aos membros desta associação e moradores deste bairro, aos moradores da comunidade do Horto, bem como JBRJ e PNT, e consequentemente, a todos moradores da Zona Sul. Por ser uma questão que afeta a todos, independente de partido político, status social, renda ou raça, a conservação do Rio dos Macacos, seu corpo hídrico e mata ciliar, poderia quem sabe unir um pouco mais pessoas que no fim querem a mesma coisa, um ambiente preservado e com justiça social, afinal somos todos humanos e com aspirações e necessidades muito similares, ainda mais quando se trata do assunto meio ambiente. Inclusive, essa denúncia vem de moradores da comunidade que acumulam em suas costas todas as responsabilidades pelos danos ambientais causados na região, mas nesse caso são os que sofrem em primeira mão os prejuízos dessa irregularidade aqui denunciada. Ao contrário do que muita gente presume, os moradores do Horto não são predadores insanos, eles são tão guardiões do local quanto os membros desta associação, eu arriscaria até dizer que são mais, pois crescerem no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Alfredo e demais membros da Associação de Moradores do Jardim Botânico,</p>
<p>Gostaria de contar com apoio desta associação para fazer uma denúncia grave sobre a poluição do Rio dos Macacos pelo Clube da Cedae, Clube dos Macacos, fato que diz respeito aos membros desta associação e moradores deste bairro, aos moradores da comunidade do Horto, bem como JBRJ e PNT, e consequentemente, a todos moradores da Zona Sul.</p>
<p>Por ser uma questão que afeta a todos, independente de partido político, status social, renda ou raça, a conservação do Rio dos Macacos, seu corpo hídrico e mata ciliar, poderia quem sabe unir um pouco mais pessoas que no fim querem a mesma coisa, um ambiente preservado e com justiça social, afinal somos todos humanos e com aspirações e necessidades muito similares, ainda mais quando se trata do assunto meio ambiente.</p>
<p>Inclusive, essa denúncia vem de moradores da comunidade que acumulam em suas costas todas as responsabilidades pelos danos ambientais causados na região, mas nesse caso são os que sofrem em primeira mão os prejuízos dessa irregularidade aqui denunciada. Ao contrário do que muita gente presume, os moradores do Horto não são predadores insanos, eles são tão guardiões do local quanto os membros desta associação, eu arriscaria até dizer que são mais, pois crescerem no local e tem o pertencimento e suas histórias pessoais ligadas à história do bairro e à memória coletiva e cultural.</p>
<p>Vamos ao fato em si: 1 hora da madrugada é possivel sentir um odor insuportável de cloro e uma camada de 1 metro de uma espuma colorida, altamente insalubre que vem cobrindo todo leito do Rio dos Macacos, iniciando-se exatamente na altura da entrada do clube na pacheco leão, e vem descendo deixando seu rastro de poluição madrugada a dentro por toda a extensão do rio que percorre grande parte do parque JBRJ e desemboca na Lagoa Rodrigo de Freitas, atingindo toda a cidade.</p>
<p>Pela quantidade e intensidade da poluição é impossivel ser residencial, é com certeza poluição industrial advinda de quem supostamente deveria zelar pelas nossas águas.</p>
<p>Vai entender né&#8230;mas estamos tão ocupados em lutar uns contra os outros que falta tempo para nos unirmos contra quem de fato não esta nem ai para o bairro, nem para o rio e nem para os moradores. E que, além de tudo, não tem nenhuma relação com o local, somente de exploração de recursos naturais, baseada numa relação historicamente construida de dicotomia entre homem e meio ambiente, onde apenas extraimos aquilo do qual precisamos para satisfazer nossas &#8220;necessidades&#8221; consumistas, e  o custo disso (lixo) é jogado onde?</p>
<p>Estou a disposição e aguardo retorno sobre como devemos proceder para registrar essa denúncia.</p>
<p>att<br />
Thati Pereira</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/09/rio-dos-macacos-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1943" title="rio dos macacos 1" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/09/rio-dos-macacos-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/09/rio-dos-macacos-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1944" title="rio dos macacos 2" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/09/rio-dos-macacos-2-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a></p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/09/rio-dos-macacos-3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1945" title="rio dos macacos 3" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/09/rio-dos-macacos-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/09/rio-dos-macacos-4.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1946" title="rio dos macacos 4" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/09/rio-dos-macacos-4-300x232.jpg" alt="" width="300" height="232" /></a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F09%2Fdenuncia-de-morador-poluicao-do-rio-dos-macacos%2F&amp;title=Den%C3%BAncia%20de%20Morador%20%26%238211%3B%20Polui%C3%A7%C3%A3o%20do%20Rio%20dos%20Macacos" id="wpa2a_16"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Comunicado da AMOFONTE sobre os Parques Municipais José Guilherme Merchior</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/comunicado-da-amofonte-sobre-os-parques-municipais-jose-guilherme-merchior/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 14:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados vizinhos e amigos, Como todos sabem a AMOFONTE vem lutando pela preservação dos Parques Municipais José Guilherme Merchior &#8211; PMJGM e pela importância ambiental dos mesmos que fazem parte do Bioma Mata Atlântica, com fauna e flora nativas, e considerados &#8220;pulmão&#8221; da Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro. Em outubro de 2005 uma representação no Ministério Público de Meio Ambiente deu origem ao ICP, que se arrastou por anos, com reuniões e idas e vindas e entregas de fotos de desmatamento. (foto) Em janeiro de 2008, o INCRA notificou mais de 20 condomínios em nossa área de abrangência, informando que delimitou 23 mil metros quadrados para a família que perdeu uma ação de usucapião por 3 votos a 0, onde pedia 18 mil metros quadrados em Segunda Instância. Em janeiro de 2010 denunciamos a entrada de material de construção no PMJGM. (foto) Em fevereiro de 2010 novas construções no Parque foram denunciadas a Prefeitura. (foto) Em março e abril de 2010 com as fortes chuvas e com os desmatamentos anteriores, deslizamentos ocorreram no interior do PMJGM. (foto) Em 19 de maio de 2010 a AMOFONTE protocolou uma Ação Civil Pública contra a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados vizinhos e amigos,</p>
<p>Como todos sabem a AMOFONTE vem lutando pela preservação dos Parques Municipais José Guilherme Merchior &#8211; PMJGM e pela importância ambiental dos mesmos que fazem parte do Bioma Mata Atlântica, com fauna e flora nativas, e considerados &#8220;pulmão&#8221; da Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Em outubro de 2005 uma representação no Ministério Público de Meio Ambiente deu origem ao ICP, que se arrastou por anos, com reuniões e idas e vindas e entregas de fotos de desmatamento. (foto)</p>
<p>Em janeiro de 2008, o INCRA notificou mais de 20 condomínios em nossa área de abrangência, informando que delimitou 23 mil metros quadrados para a família que perdeu uma ação de usucapião por 3 votos a 0, onde pedia 18 mil metros quadrados em Segunda Instância.</p>
<p>Em janeiro de 2010 denunciamos a entrada de material de construção no PMJGM. (foto)</p>
<p>Em fevereiro de 2010 novas construções no Parque foram denunciadas a Prefeitura. (foto)</p>
<p>Em março e abril de 2010 com as fortes chuvas e com os desmatamentos anteriores, deslizamentos ocorreram no interior do PMJGM. (foto)</p>
<p>Em 19 de maio de 2010 a AMOFONTE protocolou uma Ação Civil Pública contra a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, para que o Município cumpra com o seu dever de não permitir crimes ambientais dentro dos referidos parques. Processo 0163496-57.2010.8.19.0001, que encontra-se na 4ª Vara da Fazenda Pública, com a Exma. Juíza Maria Paula Gouvea Galhardo.</p>
<p>Em junho de 2010 uma queimada de enormes proporções quase destrói os parques e o nosso bairro, assustando os moradores da nossa área de abrangência, que deixaram suas casas naquela noite. (foto)</p>
<p>No dia 10 de julho a AMOFONTE fez um Ato de Replantio simbólico no PMJGM e replantou 250 mudas de árvores nativas. (foto)</p>
<p><strong>No mesmo dia 10 de julho, na hora do replantio moradores encontraram dentro do parque uma casa com sala, quartos, e PASMEM !!!!!!!!!! COZINHA COM FOGÃO!!!!!!!!!(fotos 16, 17, 18, 19 e 20)</strong></p>
<p><strong>A PREFEITURA DA CIDADE INSISTE NO DESCASO ! Casas e fogão dentro da mata podem causar novos incêndios!!!!!!</strong></p>
<p><strong>NÓS VAMOS FORMAR UMA COMISSÃO PERMANENTE DE REPLANTIO E EVENTOS PARA A PROTEÇÃO DAS NOSSAS ÁREAS VERDES!</strong></p>
<p><strong>NÃO VAMOS DESISTIR DO PLANTIO DAS MUDAS E CONTINUAREMOS TENTANDO PLANTAR AMOR, CONSCIÊNCIA E RESPONSABILIDADE NOS CORAÇÕES DAQUELES QUE PODEM E TEM O DEVER DE CUIDAR DO NOSSO MEIO AMBIENTE E DA NOSSA QUALIDADE DE VIDA!</strong></p>
<p><strong>JUNTE-SE A NÓS! REPASSEM ESTE E-MAIL!</strong></p>
<p> <strong>Atenciosamente,</strong></p>
<p><strong>Ana Simas</strong></p>
<p> <a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1464" title="Amofonte_1" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_1-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1465" title="Amofonte_2" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p> <a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1466" title="Amofonte_3" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>  <img class="alignleft size-medium wp-image-1467" title="Amofonte_4" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /> </p>
<p> <a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_5.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1468" title="Amofonte_5" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_5-300x225.jpg" alt="" width="320" height="246" /></a> <a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_6.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1469" title="Amofonte_6" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_6-224x300.jpg" alt="" width="183" height="246" /></a></p>
<p> <a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_7.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1470" title="Amofonte_7" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_7-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_8.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1471" title="Amofonte_8" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Amofonte_8-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F07%2Fcomunicado-da-amofonte-sobre-os-parques-municipais-jose-guilherme-merchior%2F&amp;title=Comunicado%20da%20AMOFONTE%20sobre%20os%20Parques%20Municipais%20Jos%C3%A9%20Guilherme%20Merchior" id="wpa2a_18"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A união dos moradores vale a pena! Leia essa história de sucesso</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/07/a-uniao-dos-moradores-vale-a-pena-leia-essa-historia-de-sucesso/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 15:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.amajb.org.br/?p=1321</guid>
		<description><![CDATA[Quando a população se une em prol de um objetivo, o sucesso se faz presente. Veja como os moradores do Jardim Botãnico se uniram e conseguiram uma vitória muito importante para o bairro. Em janeiro de 2008, começaram a fazer obras na casa situada na rua J Carlos número 101. Os moradores rapidamente foram verificar o que seria no local. Descobriram que as obras se destinavam à instalação de um Juízado Especial e à salas de aulas da Univercidade. Imediatamente, por ser a área ZR1 &#8211; zona residencial 1, a mais residencial de todas, desde o zoneamento urbano de 1975, os moradores se uniram e recolheram 600 assinaturas contra a instalação do prédio público e da universidade. Com um morador advogado prestando assistência jurídica, Sr. Rodrigo Mattos, o então presidente da AMA JB, Evaldo Freitas, junto com os moradores enviaram cartas e mensagens à prefeitura e ao Tribunal de Justiça. Com toda essa mobilização o prefeito na época, Cesar Maia, mandou inspecionar o prédio, emitindo cinco multas à Univercidade. Multas estas quer serviram de base para a ação que a AMA JB moveu contra o Governo do Estado e contra a Univercidade. Continuando em sua luta, a Associação e seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a população se une em prol de um objetivo, o sucesso se faz presente. Veja como os moradores do Jardim Botãnico se uniram e conseguiram uma vitória muito importante para o bairro.</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/juizado+pracinha+o+globo+ago2010.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1787" title="juizado+pracinha+o+globo+ago2010" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/07/juizado+pracinha+o+globo+ago2010-300x206.jpg" alt="" width="389" height="300" /></a></p>
<p>Em janeiro de 2008, começaram a fazer obras na casa situada na rua J Carlos número 101. Os moradores rapidamente foram verificar o que seria no local. Descobriram que as obras se destinavam à instalação de um Juízado Especial e à salas de aulas da Univercidade. Imediatamente, por ser a área ZR1 &#8211; zona residencial 1, a mais residencial de todas, desde o zoneamento urbano de 1975, os moradores se uniram e recolheram 600 assinaturas contra a instalação do prédio público e da universidade.</p>
<p>Com um morador advogado prestando assistência jurídica, Sr. Rodrigo Mattos, o então presidente da AMA JB, Evaldo Freitas, junto com os moradores enviaram cartas e mensagens à prefeitura e ao Tribunal de Justiça. Com toda essa mobilização o prefeito na época, Cesar Maia, mandou inspecionar o prédio, emitindo cinco multas à Univercidade. Multas estas quer serviram de base para a ação que a AMA JB moveu contra o Governo do Estado e contra a Univercidade.</p>
<p>Continuando em sua luta, a Associação e seus moradores, foram atrás do Tribunal de Justiça para buscar um solução. Quando o desembargador Luiz Zveiter assumiu a presidência do TJ, se prontificou a junto com a AMA JB procurar por outro local para a realocação do Juízado. Depois de muita procura, chegou-se a um prédio que estava sendo subutilizado pelo posto de saúde do IASERJ na Gávea. O prédio será reformado para receber o VI Juízado Especial Cível junto com um Centro de Atendimento Jurídico ao Idoso.</p>
<p>Durante todo o processo de negociação. o diretor de engenharia do TJ e a presidente da AMA JB Maria Helena Nóvoa foram essenciais, empenhando seus esforços na busca por uma solução satisfatória para todas as partes envolvidas.</p>
<p>Segundo o Diretoria Geral de Engenharia TJRJ, Paulo Targa, a obra para a construção do novo Juizado Especial Cível do Jardim Botânico começou ontem, dia 28 de julho de 2010 e a inaguração está prevista para dia <strong>19 de janeiro de 2011</strong>.</p>
<p>E já está sendo combinado, para fevereiro, um bom churrasco na pracinha dos Jacarandás, com todos os moradores e envolvidos para celebrar a nossa vitória.</p>
<p>Todas as informações acima nos foram gentilmente cedidas pelo morador Guilherme L. Carvalho.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F07%2Fa-uniao-dos-moradores-vale-a-pena-leia-essa-historia-de-sucesso%2F&amp;title=A%20uni%C3%A3o%20dos%20moradores%20vale%20a%20pena%21%20Leia%20essa%20hist%C3%B3ria%20de%20sucesso" id="wpa2a_20"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Proibição de festas juninas no bairro</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/06/proibicao-de-festas-juninas-no-bairro/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 14:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Jardim Botânico sempre teve festas juninas. Moradores, geralmente antigos, como bons vizinhos, se uniam e organizavam, de forma amadora, pequenas festas para comemorar São João. Todo ano, eram sempre as mesmas pessoas que vendiam as comidas e bebidas, geralmente moradores do bairro, as mesmas pessoas que organizavam e as mesmas pessoas que participavam das festas. Como ex-moradora da Praça Pio XI, sempre participei da festa junina que acontecia na pracinha, inclusive esperava ansiosamente por ela. Afinal, era uma festa de amigos, onde a maioria se conhecia por sermos todos vizinhos. Assim como acontecia na Pio XI, acontecia na Peri, na Visconde da Graça e em outras ruas e praças do bairro. De uns anos para cá, infelizmente e por ganância de poucos, as festas se transformaram em um grande comércio com patrocínio de cervejaria e anúncio no jornal! Isso, obviamente trouxe uma multidão a uma festa quase familiar. A grande maioria das pessoas que vieram as duas últimas festas juninas da Praça Pio XI era de meninos e meninas de 13 a 17 anos que bebiam indiscriminadamente e acabavam por promover arruaças sem limite noite adentro. As festas juninas que eram acolhedoras e não atrapalhavam a ninguém, começaram a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/06/festa_junina.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1135" title="festa_junina" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/06/festa_junina.jpg" alt="" width="150" height="75" /></a>O Jardim Botânico sempre teve festas juninas. Moradores, geralmente antigos, como bons vizinhos, se uniam e organizavam, de forma amadora, pequenas festas para comemorar São João. Todo ano, eram sempre as mesmas pessoas que vendiam as comidas e bebidas, geralmente moradores do bairro, as mesmas pessoas que organizavam e as mesmas pessoas que participavam das festas.</p>
<p>Como ex-moradora da Praça Pio XI, sempre participei da festa junina que acontecia na pracinha, inclusive esperava ansiosamente por ela. Afinal, era uma festa de amigos, onde a maioria se conhecia por sermos todos vizinhos. Assim como acontecia na Pio XI, acontecia na Peri, na Visconde da Graça e em outras ruas e praças do bairro.</p>
<p>De uns anos para cá, infelizmente e por ganância de poucos, as festas se transformaram em um grande comércio com patrocínio de cervejaria e anúncio no jornal! Isso, obviamente trouxe uma multidão a uma festa quase familiar. A grande maioria das pessoas que vieram as duas últimas festas juninas da Praça Pio XI era de meninos e meninas de 13 a 17 anos que bebiam indiscriminadamente e acabavam por promover arruaças sem limite noite adentro. As festas juninas que eram acolhedoras e não atrapalhavam a ninguém, começaram a virar um horror para os moradores das redondezas que se sentiram invadidos em todos os sentidos.</p>
<p>Segundo a presidente da gestão anterior, Maria Helena Nóvoa, ano passado, depois de muita pressão dos moradores, e com vários pedidos encaminhados pela AMA JB ao então administrador regional Bernardo Carvalho, as festas da Pio XI foram proibidas.</p>
<p>A AMA JB espera que o atual administrador mantenha a decisão anterior. Se não, teremos o absurdo de ter que renovar a mesma campanha, anualmente<strong>,</strong> contra festas que não são mais de moradores do bairro e invadem a praça com uma multidão totalmente incompatível com o espírito do bairro.</p>
<p>Triste com os acontecimentos e a perda de festas que um dia foram especiais, a AMA JB espera contar com seus moradores para que possamos continuar nessa luta de manter a proibição.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F06%2Fproibicao-de-festas-juninas-no-bairro%2F&amp;title=Proibi%C3%A7%C3%A3o%20de%20festas%20juninas%20no%20bairro" id="wpa2a_22"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Construção na Rua Corcovado</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 19:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos de uma moradora preocupada a informação abaixo. A AMA JB já está averiguando o assunto. Se alguém souber de alguma coisa por favor entrem em contato. Preservar o nosso bairro é um dever de cada um de nós. &#8220;Estou bastante preocupada porque tenho ouvido comentários a respeito da construção de um prédio na Rua Corcovado, no lugar de uma quadra de tênis. Como a proprietária do terreno da quadra e da casa nº17 da referida rua faleceu, imagino que o plano dos herdeiros seja vender os terrenos, sendo um deles, totalmente arborizado com árvores centenárias, para a construção de prédios. A AMAJB está ciente deste movimento de construção em uma área que, segundo eu soube, é preservada, não podendo portanto receber licença para um absurdo desmatamento e consequente construção? Gostaria de receber resposta a esta minha indagação. Atenciosamente, Anna Lucia&#8221;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebemos de uma moradora preocupada a informação abaixo. A AMA JB já está averiguando o assunto. Se alguém souber de alguma coisa por favor entrem em contato. Preservar o nosso bairro é um dever de cada um de nós.</p>
<p>&#8220;Estou bastante preocupada porque tenho ouvido comentários a respeito da construção de um prédio na Rua Corcovado, no lugar de uma quadra de tênis. Como a proprietária do terreno da quadra e da casa nº17 da referida rua faleceu, imagino que o plano dos herdeiros seja vender os terrenos, sendo um deles, totalmente arborizado com árvores centenárias, para a construção de prédios.<br />
A AMAJB está ciente deste movimento de construção em uma área que, segundo eu soube, é preservada, não podendo portanto receber licença para um absurdo desmatamento e consequente construção?<br />
Gostaria de receber resposta a esta minha indagação.<br />
Atenciosamente,<br />
Anna Lucia&#8221;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F06%2Fconstrucao-na-rua-corcovado%2F&amp;title=Constru%C3%A7%C3%A3o%20na%20Rua%20Corcovado" id="wpa2a_24"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Resposta da empresa de ônibus quanto a má utilização de nossas calçadas</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 14:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
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		<description><![CDATA[Diante do ato absurdo dos motoristas dos ônibus aqui denunciados, a nova diretoria e presidência da AMA JB foi atrás de uma solução para o problema. Enviou a reclamação com fotos para o Jornal O Globo, que publicará em seu site e na edição desta quinta-feira no caderno Zona Sul, e denunciou o ato à Fetranspor, que é responsável por regulamentar estas empresas, solicitando uma retração da empresa e um posicionamento quanto à questão. Diante da próatividade da AMAJB a empresa Top Rio Viagens e Turismo Ltda. Nos enviou uma resposta. Leia abaixo e vamos continuar a fiscalizar as ruas do nosso bairro. “Boa tarde, Sr. Alfredo, antes de mais nada gostaria de pedir desculpas pela conduta de nossos profissionais, a mesma não representa a conduta de nossa empresa, os mesmos serão advertidos sobre o ocorrido. Nossa empresa tem uma preocupação grande com a capacitação de seus profissionais, ministrando treinamentos constantes inclusive com conteúdo de cidadania, o que não foi evidenciado no fato narrado. Reitero nossos pedidos de desculpa. Peço a gentileza de me enviar as fotos, para nossas providências internas. Atenciosamente, Fernando Carneiro Top Rio Viagens e Turismo Ltda.”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diante do ato absurdo dos motoristas dos ônibus aqui denunciados, a nova diretoria e presidência da AMA JB foi atrás de uma solução para o problema. Enviou a reclamação com fotos para o Jornal O Globo, que publicará em seu site e na edição desta quinta-feira no caderno Zona Sul, e denunciou o ato à Fetranspor, que é responsável por regulamentar estas empresas, solicitando uma retração da empresa e um posicionamento quanto à questão. Diante da próatividade da AMAJB a empresa Top Rio Viagens e Turismo Ltda. Nos enviou uma resposta. Leia abaixo e vamos continuar a fiscalizar as ruas do nosso bairro.</p>
<p><em>“Boa tarde,<br />
Sr. Alfredo, antes de mais nada gostaria de pedir desculpas pela conduta de nossos profissionais, a mesma não representa a conduta de nossa empresa, os mesmos serão advertidos sobre o ocorrido. Nossa empresa tem uma preocupação grande com a capacitação de seus profissionais, ministrando treinamentos constantes inclusive com conteúdo de cidadania, o que não foi evidenciado no fato narrado.<br />
Reitero nossos pedidos de desculpa. Peço a gentileza de me enviar as fotos, para nossas providências internas.<br />
Atenciosamente,<br />
Fernando Carneiro<br />
Top Rio Viagens e Turismo Ltda.”</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F06%2Fresposta-da-empresa-de-onibus-quanto-a-ma-utilizacao-de-nossas-calcadas%2F&amp;title=Resposta%20da%20empresa%20de%20%C3%B4nibus%20quanto%20a%20m%C3%A1%20utiliza%C3%A7%C3%A3o%20de%20nossas%20cal%C3%A7adas" id="wpa2a_26"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Flagrante de mau uso das nossas calçadas</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/06/1049/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 18:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.amajb.org.br/?p=1049</guid>
		<description><![CDATA[Recebemos uma denúncia seríssima de um morador preocupado com a falta de discernimento e educação dos motoristas de ônibus aliada a incompetência e o descado dos órgãos públicos em fiscalizar atos como esses. Leiam abaixo e vejam as imagens. &#8220;Prezados, Na tarde da segunda-feira, 14 de junho, como mostram claramente as fotos, os ônibus das empresas Ontime Transportes e Toprio Turismo obstruiram, por horas, a calçada/ciclovia da rua Pacheco Leão em frente ao Colégio Capistrano de Abreu e próximo à entrada lateral do Jardim Botânico. No momento que foram feitas as fotos, uma senhora com carrinho de bebê não pode passar pela calçada, sendo obrigada a andar pelo meio da rua sem qualquer proteção, enquanto alunos e trabalhadores, que esperavam por outros ônibus (convencionais), eram obrigados a caminhar até o meio da rua para entrarem no coletivo. Os ônibus dessas empresas além de interditarem toda a calçada, também impediam a visão dos passageiros que aguardavam no ponto há poucos metros de distância. Essas empresas de ônibus executivos deveriam zelar pela conduta de seus profissionais, pelo bem estar do cidadão e sempre que possível reciclá-los para que situações perigosas como essas, envolvendo a vida de pessoas não se repitam. Espero uma resposta, e no mais, anseio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebemos uma denúncia seríssima de um morador preocupado com a falta de discernimento e educação dos motoristas de ônibus aliada a incompetência e o descado dos órgãos públicos em fiscalizar atos como esses. Leiam abaixo e vejam as imagens.</p>
<p>&#8220;Prezados,<br />
Na tarde da segunda-feira, 14 de junho, como mostram claramente as fotos, os ônibus das empresas<br />
Ontime Transportes e Toprio Turismo obstruiram, por horas, a calçada/ciclovia da rua Pacheco Leão em frente ao Colégio Capistrano de Abreu e próximo à entrada lateral do Jardim Botânico. No momento que foram feitas as fotos, uma senhora com carrinho de bebê não pode passar pela calçada, sendo obrigada a andar pelo meio da rua sem qualquer proteção, enquanto alunos e trabalhadores, que esperavam por outros ônibus (convencionais), eram obrigados a caminhar até o meio da rua para entrarem no coletivo.<br />
Os ônibus dessas empresas além de interditarem toda a calçada, também impediam a visão dos passageiros que aguardavam no ponto há poucos metros de distância.<br />
Essas empresas de ônibus executivos deveriam zelar pela conduta de seus profissionais, pelo bem estar do cidadão e sempre que possível reciclá-los para que situações perigosas como essas, envolvendo a vida de pessoas não se repitam.<br />
Espero uma resposta, e no mais, anseio por uma solução onde todos possam, e devam ser responsabilizados por seus atos!<br />
Att.<br />
Demétrio Martins&#8221;</p>
<p><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/06/14062010101.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1050" title="14062010101" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/06/14062010101-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/06/14062010106.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1051" title="14062010106" src="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/06/14062010106-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F06%2F1049%2F&amp;title=Flagrante%20de%20mau%20uso%20das%20nossas%20cal%C3%A7adas" id="wpa2a_28"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Participe da Campanha &#8220;Calçada Legal para Todos&#8221;</title>
		<link>http://www.amajb.org.br/2010/05/857/</link>
		<comments>http://www.amajb.org.br/2010/05/857/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 13:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Piragibe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do morador]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado no Diário Oficial em 29 de abril de 2008, o Decreto n° 29.237 reforçou a obrigação dos condomínios e proprietários em manter a conservação e limpeza de suas calçadas, ficando a fiscalização a cargo das Coordenadorias de Regiões Administrativas ou Subprefeituras. Quem não cumprir a lei, é multado e tem 20 dias de prazo para consertar a calçada. Só na zona sul da cidade foram expedidas, desde sua criação, 500 advertências a donos de imóveis residenciais e comerciais de 107 ruas. Mas os números não param por aí. Em dois meses de aplicação da medida jurídica, 1.727 advertências &#8211; mais da metade da quantidade expedida no primeiro semestre de 2006 &#8211; foram aplicadas pelas subprefeituras de Jacarepaguá, Grande Méier, Tijuca, Zona Sul, Zona Sul I, Irajá e Vila Militar. O recente decreto deixa claro que a Prefeitura terá uma postura mais efetiva na fiscalização das calçadas da cidade. Os síndicos e proprietários devem estar preparados para o cumprimento da lei, não só para evitar uma eventual multa da Prefeitura, mas também para garantir que nenhum imóvel seja desvalorizado por uma calçada mal conservada. &#8220;Não vamos esperar a Prefeitura. Vamos fazer! Clique no link:  Flyer Calçada Legal e imprima o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado no Diário Oficial em 29 de abril de 2008, o Decreto n° 29.237 reforçou a obrigação dos condomínios e proprietários em manter a conservação e limpeza de suas calçadas, ficando a fiscalização a cargo das Coordenadorias de Regiões Administrativas ou Subprefeituras. Quem não cumprir a lei, é multado e tem 20 dias de prazo para consertar a calçada.</p>
<p>Só na zona sul da cidade foram expedidas, desde sua criação, 500 advertências a donos de imóveis residenciais e comerciais de 107 ruas. Mas os números não param por aí. Em dois meses de aplicação da medida jurídica, 1.727 advertências &#8211; mais da metade da quantidade expedida no primeiro semestre de 2006 &#8211; foram aplicadas pelas subprefeituras de Jacarepaguá, Grande Méier, Tijuca, Zona Sul, Zona Sul I, Irajá e Vila Militar.</p>
<p>O recente decreto deixa claro que a Prefeitura terá uma postura mais efetiva na fiscalização das calçadas da cidade. Os síndicos e proprietários devem estar preparados para o cumprimento da lei, não só para evitar uma eventual multa da Prefeitura, mas também para garantir que nenhum imóvel seja desvalorizado por uma calçada mal conservada.</p>
<p><strong>&#8220;Não vamos esperar a Prefeitura. Vamos fazer!</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Clique no link:  <a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/05/Flyer-Calçada-Legal1.pdf">Flyer Calçada Legal</a> e imprima o volante da campanha na sua impressora. Entregue nos prédios ou estabelecimentos comerciais que estão com a calçada em mau estado. Com gentileza. Não é uma censura ou uma denúncia: é uma ação entre amigos. Peça a eles que multipliquem a campanha acionando outros vizinhos. </strong></p>
<p><strong>Vamos dar um jeito nas calçadas do nosso bairro!&#8221;</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.amajb.org.br/wp-content/uploads/2010/05/Flyer-Calçada-Legal.jpg"></a></strong></p>
<p>Fontes: Site Universo Jurídico e Sidney Rezende</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.amajb.org.br%2F2010%2F05%2F857%2F&amp;title=Participe%20da%20Campanha%20%26%238220%3BCal%C3%A7ada%20Legal%20para%20Todos%26%238221%3B" id="wpa2a_30"><img src="http://www.amajb.org.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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