AMAJB Convida

24 de abril de 2010
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A esfera legal se retirou (ou foi retirada) da questão. A AMA JB tem propostas que nunca foram apreciadas pelas partes envolvidas, a AMA HORTO também não. Apoiá-las ou rejeitá-las a priori é julgamento faccioso simplesmente porque nunca foram expostas e muita gente toma partido sem ter examinado o problema. Estamos, há meses, à espera de interlocutores.

Podemos expô-las para o Jardim Botânico e a AMA HORTO. De preferência, para os dois. A AMA JB é parte legítima em qualquer negociação da questão fundiária porque o Horto faz parte do bairro Jardim Botânico. Não estamos invadindo seara alheia. Estamos tratando do NOSSO BAIRRO.

Como presidente da AMA JB, aceito a sugestão que nos foi feita: um debate entre as duas Associações com intermediação do Jardim Botânico. Sugeri que o Jardim Botânico nos fornecesse o espaço. Neste debate, que deveria ser amplamente divulgado e aberto a todos os moradores interessados, nossas propostas seriam debatidas. Que vençam as melhores. Mas que o processo seja democrático: com tempo igual de exposição e o compromisso de se chegar a uma posição oficial de cada uma das Associações. Isto definido, o consenso fica mais fácil.

Até agora, ninguém diz abertamente o que quer. O que poderia negociar. Ou o que não é passível de negociação. Nem nós, nem a AMA HORTO, nem o Jardim Botânico. Assim, fica difícil qualquer solução.

A AMA JB faz o convite à AMA HORTO e à direção do Jardim Botânico: Já que os fóruns oficiais foram suspensos, vamos nós mesmos (os interessados) sentar e negociar?

A abertura para o diálogo mostra vontade de resolver a questão. A recusa da conversa civilizada pode indicar que o que se quer é que tudo continue como está: uma bagunça, minha gente. Ninguém se entende porque ninguém se comunica.

A AMAJB propõe a decisão democrática: Vamos nos informar para poder decidir! Vamos conversar de maneira aberta com a participação de todo o bairro e do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico! Vamos opinar sobre um problema que é de todos!

Abraço amigo.

Maria Helena Nóvoa
Presidente da AMA JB

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17 Responses to AMAJB Convida

  1. marcia torres on 14 de abril de 2010 at 11:59 AM

    Acho que a AMAjb tem mais coisa com que se preocupar (segurança do Bairro, limpeza que está péssima, mendigos que moram no Bairro), do que com moradores que não são favelados ou invasores e sim pessoas que tiveram autorização para construir suas casas, não entendo em que essas pessoas afetam vocês. acusam de ter milícia no Bairro e colocam O Sr. Sérgio Iorio como morador aqui ele é morador das casas da antiga fabrica e não tem nada com o problema do bairro.cuidem dos problemas para melhorar cada vez mais o nosso Bairro e deixem o problema das casas para quem diz respeito.

  2. marcia torres on 14 de abril de 2010 at 1:36 PM

    Não sou invasora e não possuo casa dentro do jardim botânico sou moradora do Bairro e Moro na Rua Lopes Quintas, mas conheço muitas pessoas que moram lá já fiz trabalhos com a comunidade e tomei conhecimento de emails enviados pelo Sr. e acho um massacre o que o Sr. está tentando fazer, vá conhecer a verdadeira história dos moradores, antes de fazer o que o Sr. está fazendo, eu não sou cega só não sou covarde como o Sr., vá a uma reunião do amahor e mostre a sua cara. atacar por email é muito fácil chamar de invasor quem teve autorização do ministro da Agricultura para construir sua casa e trabalhou mas de 60 anos no jardim botânico isso sim é pura maldade.A Associação está resolvendo as questões a construções irregulares então tomem conta de suas vidas e antes de atacar procurem usar a associação para ajudar as pessoas. não me filiei a amajb porque não concordo com a conduta da associaçãoe acho os verdadeiros problemas do Bairro continuam sem que se tome nenhuma providência.

  3. José Erculano on 14 de abril de 2010 at 3:44 PM

    Marcia,

    Responda-me uma única pergunta. Todas as casas que lá existem são de direito da época em que foi fundado o Jardim Botânico? Claro que não!! Na sua maioria são invasões que estam degradando o bairro e o Parque. Você que mora na Lopes Quintas e deveria ver a quantidade de caminhões com tijolos e cimento subindo todos os dias. Para reforma que não é infelizmente.

    Eu moro dentro da divisa do parque e a comunidade e vejo todos os dias um novo barraco surgindo do nada, uma nova família se instalando e fico impressionado que ninguém faça nada.

    Realmente o Eduardo está apimentando demais o assunto, porem é inadimissivel que esse assunto esteja sendo tratado a mais de 05 anos por debates e reuniões e nenhum rumo é tomada.

    Será que existe vontade política? Será que a própria AMAHOR tem interesse? Porque então não houve uma resposta do convite feito pela AMA JB?

    Esclareço que não faço parte da AMA JB e AMAHOR, pois não concordo como são tratados os problemas do nosso bairro. Mesmo assim, me associei ao grupo onde começou um debate sobre o problema do HORTO e estou tentando agregar.

    Esclareço mais ainda que ajudo muito a comunidade do Horto a mais de 20 anos, porem não posso compactuar com a favelização para fins eleitoreiro.

    Todo debate é valido, toda a discussão são validas. Infelizmente as visões são diferentes, porem temos que ter o mesmo objetivo que é travar o crescimento dessa região.

  4. marcia torres on 14 de abril de 2010 at 9:49 PM

    Realmente todas as casas não são, mas o Sr. Eduardo Lima enviou vários emails atacando os moradores e generalizando os moradores do Horto como favelados e invasores. 90 % dos moradores são antigos funcionários do Ibama que trabalharam uma vida toda e tem em suas casas documentos que provam que não são invasores e nem favelados.

    As casas são humildes mas não é uma favela, e esses outros casos estão sendo resolvidos pela amahor.

    Agora muitos desses caminhões de Tijolo que sobem a Rua não são todos para o Horto porque dentro da comunidade não se pode entrar com material de construção sem que o Jardim Botânico autorize e acompanhe as obras de reforma, e várias tentativas de construções já foram demolidas pelos guardas do Ibama, e tem uma ordem entre os próprios moradores para denunciar as construções irregulares porque eles sabem que eles estão sendo prejudicados e isso tem acontecido.

    E lá de cima do horto se vê construções de casas dentro da área do parque da Tijuca , mansões, que inclusive no dia da chuva desmoronou um muro de uma delas e acabou com a casa de uma moradora Sra. Laci que mora no grotão ninguem da amajb esteve lá ou ajudou e nem tomou conhecimento. a Sra. Emília estava lá e os vizinhos que a ajudaram, ela perdeu muita coisa e está dormindo junto com a sua família na casa de sua patroa. Porque nesse caso a amajb não se incomodou ?, porque o sr. Eduardo que tanto tempo tem para atacar as pessoas não esteve lá ?. No site da amajb tem um desmoronamento na fonte da saudade, e nada sobre esse que aconteceu aqui no bairro. Essa mansão está dentro da área do parque, lá cresce um condomínio então eu lhe pergunto, porque só as casas daquelas pessoas tanto incomoda a esse Sr.Eduardo e a amajb ?. Eu moro a 38 anos aqui no Bairro, fiz alguns trabalhos sociais na comunidade, e fiquei muito indignada com a postura desse senhor, que não conhece a historia dessas pessoas e fala nesses emails até de milícia lá no horto, lá não há milícia, as pessoas vivem livremente, não pagam por proteção, ou gás ou tv a cabo como acontece em lugares onde a milícia atua, eles se conhecem a anos se respeitam e se ajudam.

    A muitos anos se luta para resolver o problema dos moradores mas é uma luta difícil, não são só 5 anos, são muitos mais e ainda vai demorar muito a ter uma decisão.

    A impressão que me dá é que vocês ouvem sobre a comunidade, passam entre vocês o que uns falam mas realmente não conhecem a comunidade.

    Bem, que há problemas eu sei mas eles tem feito os maiores esforços para resolver esses problemas.

    Também não sou favorável a favelização, mas também não suporto injustiça então antes de julgar e massacrar se deve conhecer verdadeiramente a causa.

    Esse é meu último comentário eu não sou moradora do horto e nem poderia estar aqui falando por eles, mas realmente por conhecer a muito tempo a luta destas pessoas é que realmente resolvi escrever esse comentário.

    Acho que a amajb tem muitas coisas com que se preocupar, e não vejo empenho nisso.

  5. Fabio Dutra Costa on 29 de abril de 2010 at 2:32 PM

    Senhor Eduardo,
    Gostaria primeiramente de me qualificar para que não haja nenhuma “pré-avaliação” à meu respeito.
    Meu nome é Fabio Dutra Costa, filho e neto de jardineiros (pai, mãe e avô), moro na Rua Pacheco Leão 1.111-A (área supostamente invadida), meu avô trabalhou no Jardim Botânico durante mais de 50 anos e teve o terreno onde moramos cedido pelo à época diretor do Jardim Botânico.
    Não tenho qualquer tipo de interesse político nesta questão ou em qualquer outra.
    Me vejo obrigado a descordar de suas colocações e se o senhor realmente se importa com o meio ambiente deveria começar questionando a postura do Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico, pois tenho visto verdadeiras demonstrações de desrespeito ao meio ambiente: torres de comunicação nos arredores do parque, prédios construídos recentemente dentro do parque(próximo ao nº915 da Rua Pacheco Leão),luzes acesas durante toda a noite nos mesmos prédios, teatro construído no interior do parque(espaço Tom Jobim), festas noturnas no “Solar da Imperatriz” entre outras demonstrações de “visão empreendedora”.
    Concordo que há problemas e interesses diversos envolvidos nesta questão, mas o senhor nos coloca a “todos” ou “quase todos” como inimigos do meio ambiente e isso é uma calúnia covarde de sua parte, pois muitos de nós lutamos para que não haja a favelização de nosso bairro e eu mesmo sugeri o amplo debate a respeito desta questão, mas quando leio comentários como os que o senhor tem postado, fico perplexo com tanto desconhecimento de sua parte e acredito que é esse tipo de pensamento que torna inviável o debate.
    Se o senhor é realmente defensor do meio ambiente (seja contra quem for) e luta contra a favelização do Rio de Janeiro, saiba que lutamos pela mesma causa, mas suas colocações tem tido um tom um tanto preconceituosas.
    Caso haja interesse de sua parte, posso lhe fornecer material suficiente para seu esclarecimento sobre esta área tão visada. Assim da próxima vez que o senhor for postar algum comentário, não será “achismo” de sua parte.
    Atenciosamente Fabio Dutra Costa

  6. Flavia on 29 de abril de 2010 at 3:32 PM

    Sobre o tema – favelização do Horto, não tenho, ainda , dados suficientes para opinar.
    Tenho lido os comentários dos associados do AMA JB.. e,fico refletindo.., mas confesso que fico muito indecisa.
    Não sei seria interessante buscarmos um representante do poder Público, para que, junto com os participantes da AMAJB e AMAHORTO uscarmos um caminho
    Flavia

  7. Fabio Dutra Costa on 29 de abril de 2010 at 6:01 PM

    Fui um dos que propôs o debate e continuo propondo.
    Compreendo exatamente que as opiniões expressadas aqui são isoladas e não o ponto de vista da AMA JB, pois se acreditasse que o que é postado aqui individualmente é a posição da entidade, não proporia o debate.
    Assim como acredito que minhas opiniões são “minhas” e não represento todos os moradores do Horto nem qualquer entidade constituída.
    Continuo acreditando que o diálogo entre todas as partes envolvidas deve ocorrer e deve se dar em atmosfera de paz.
    Aproveito a oportunidade para reiterar minha postura de “não favelização”.

  8. Maria Helena Nóvoa on 30 de abril de 2010 at 1:35 AM

    Fabio,

    Minha posição é muito semelhante à sua.

    Tenho as “minhas” opiniões sobre o problema do Horto. Mas, humildemente, reconheço que não sou dona da verdade. Se me apresentarem argumentos sobre os quais não pensei, posso (e devo) mudar de opinião.

    Então, para chegarmos a um acordo justo, devemos ouvir o maior número possível de argumentos.

    Estou, a qualquer momento, disposta ao diálogo democrático. Meu convite a todas as partes interessadas continua de pé.

  9. pablo on 3 de maio de 2010 at 1:43 PM

    É realmente impressionante a capacidade dos lobos em se travestirem de cordeiros…ou até em pretensos caiporas, defensores das matas mas que na verdade nunca sujaram os pés nestas terras, nunca germinaram sementes, nem fizeram mutirão,não reconhecem os cantos dos passarinhos,nunca se lambuzaram num pé de jamelão,nem nunca andaram em carrinhos de rolimã…
    Na verdade, estes abnegados “defensores” da natureza, apenas Apregoam o conceito que na academia chamamos de “racismo Ambiental”, ou se preferirem, são os profetas da ECO-CRIMINALIZAÇÃO DA POBREZA….
    Realmente, a moda do momento não é o twitwer, é organizar o espaço urbano conforme o COMODISMO das elites.
    Ué, mas isso Pereira passos e outros já fizeram, qual a novidade então ? Pereira Passos queria remover as favelas para “LIMPAR” e “modernizar” a cidade, já hoje, em tempos de aquecimento global, a justificativa para o retorno as antigas políticas fascistas de remoção está travestida de verde, mas de um verde muito artificial.
    Estes caiporas fakes, na verdade, são os grandes devoradoures do planeta e lhes garanto, não “trabalham” para garantir o futuro dos seus filhos, “trabalham” para enriquecer até a 5ª geração.
    Para não terminar, parece que nas linhas acima foi dito que o Horto é um precioso Patrimônio Histórico. Concordo em gênero, número e grau. Mas infelizmente, parece que querem destruir este Patrimônio. Não, não é a população do horto, que sempre preservou ruínas, artefatos e as florestas, são as autoridades do IPJB, que DESTRUIRAM A ULTIMA SENZALA PRESERVADA DA ZONA SUL para fazer uma lanchonete terceirizada modernosa. Perdemos uma ferramenta de combate ao preconceito racial nas escolas
    No subsolo da Escola de Botânica havia a SENZALA DA IMPERATRIZ, com correntes de chumbo, argolas fundidas nas paredes, e um tronco para “disciplinar” os escravos….Não vi ninguem chiar,por apagarem a historia dos verdadeiros construtores do jardim botânico, do Horto, do Rio, do Brasil,apesar das diversas denuncias oficiais feitas ao IPHAN….
    Aliás É estranho e, convenhamos, muito interessante a pessoa, dentro do contexto de toda discussão, gritar aos quatro cantos que: ” Sou um cidadão honesto, pago todas as minhas contas, trabalho igual um escravo, demorei 25 anos para quitar o meu apartamento e não vou aceitar que uma “comunidade legalizada” seja instalada dentro do parque.” Bem vamos por partes:

    1º Meu pai me ensinou que ser honesto não é virtude, é obrigação !
    2º Entendo que pagar todas as contas e dívidas contraídas para moradia faz parte do ser honesto!
    3º Se a comunidade for realmente legalizada, como acontece no Estado do acre, onde moradores tradicionais recebem para cuidar e preservar dos Parques Nacionais onde moram…. Se conseguirmos romper com a dicotomia homem X natureza e realizar a regularização fundiária do bairro provando que o homem, devidamente capacitado, é a única esperança de preservação…se conseguirmos mostrar que não podemos separar o homem da natureza, mas sim ensinar o convívio harmônico, se conseguirmos isto e o senhor for realmente tão honesto como é arrogante, o senhor terá que aceitar, nem que sob a força da lei, a comunidade tradicional do Real Horto Florestal legalizada dentro do Parque.
    5º Quanto ao seu dizer infeliz, dentro deste contexto específico da discussão, ao proclamar que “trabalho igual a um escravo”, sugiro diversas opções :

    1º se for realmente verdade procure o MP, escravidão, hoje, é crime inafiançável!
    2ª Me mostre onde é a senzala que o senhor dorme para que possamos preservar este patrimonio, ja que o IPJB, que eu saiba, destruiu a útima.
    3º Conselho : Leia mais livros de história,comece por Casa Grande e Senzala, verifique o número de escravos que morreram pelo Brasil e tente ter um pouquinho mais de respeito pelos trabalhadores negros sacrificados, afinal seus ossos estão espalhados por todo Horto, inclusive debaixo da sua casa.
    4º e úlimo : Se continuar acreditando que é virtude ser honesto e que trabalha IGUAL a um escravo, procure o Grande psiquiatra que morava aí na sua Casa, com certeza o Doutor Chebabe poderá te ajudar….LUZ!!!!

  10. Fabio Dutra Costa on 6 de maio de 2010 at 1:32 PM

    Senhor Eduardo,
    é impressionante o tamanho de seu preconceito e desrespeito aos fundadores deste bairro, como foi o caso de meu avô.
    Mais uma vez faz uso desta excelente ferramenta que a AMA JB nos disponibiliza, que é este site, para lançar seus comentários medíocres sobre a “comunidade do Horto”.
    Faço um desafio ao senhor: Mostre-me o tamanho do crescimento da Rua Sara Vilela.
    Tenho certeza absoluta que cresceu muito em relação ao que era décadas atrás.
    Porém não leio comentários seus à esse respeito.
    Saiba que sou morador do Horto há 33 anos(minha idade) e sou contra a favelização do Rio de Janeiro, ocupação de áreas de encostas, bem como de áreas de proteção ambiental sejam feitas por pobres ou ricos, mas em seus comentários reparo que o que lhe incomoda são só os pobres, pois quando citei a Rua Sara Vilela foi por perceber seu enorme crescimento.
    São discursos e atitudes como as suas é que contribuem para a favelização, pois pessoas como o senhor tornam as discussões mais difíceis e tensas do que necessário.
    Pediria GENTILMENTE que: ou o senhor pare com suas colocações IGNORANTES ou que se oriente com seu(s) advogado(s), pois tudo que o senhor já postou aqui seria o suficiente para vários processos judiciais (caminho seguido pelas pessoas conscientes em um Estado de Direito).
    Prefiro acreditar que realmente o senhor esteja só mal informado, e sendo assim, reitero o convite que lhe fiz de esclarecer algumas questões em relação à comunidade do Horto.
    Atenciosamente ,

    Fabio Dutra Costa

  11. Fabio Dutra Costa on 6 de maio de 2010 at 2:46 PM

    Se não está mal informado, então torna tudo pior: é mal intencionado.
    Não responderei mais a nenhum comentário de sua parte, pois não adiantaria nada.
    Seria como tentar convencer ao Adolf Hitler que sua teoria estava errada, ele matou milhares de inocentes por acreditar que esse era o caminho para a melhora da humanidade.
    O senhor me parecia mal informado, mas vejo que me enganei à seu respeito.
    Pela última vez,

    Fabio Dutra Costa

  12. Ezal Pereira Teixeira on 22 de maio de 2010 at 10:46 AM

    È um absurdo as mansões que vão se multiplicando nas encostas do sumaré, a desculpa é que pagam IPTU alto, mas garanto que a comunidade dos ex funcionario do JB que dedicaram suas vidas ao parque em um tempo em que a região era apenas um lugar longiquo da cidade que ninguem queria morar, mas quer é ter a situação regularizada, pagar IPTU,lembrando que a moradia foi autorizada pelos antigos diretores, uma idéia de solução para o problema : pq não controlar o crescimento, com um muro, monitoração va satelite, ou constroem predios em um terreno para alocarem os moradores no proprio bairro,dinheiro não falta, já que se dizem protetores da natureza, mas esqueçem que na rua JB não param de surgir predios e mais predios um crescimento desordenado, o parque do JB hj em dia tem até casa de show, um engarrafamento absurdo, o rico pode desmatar, p essa é a verdade, não vejo esse crescimento do horto de 400%, frequento o lugar a 30 anos, crescimento normal como qualquer bairro da cidade vem crescendo, apesar de não morar no horto acho um bairro lindo e maravilhoso, uma perola da zona sul.
    chega de hipocrisia, vamos buscar uma solção de paz para todos.
    abraço a todos e fiquem com deus

  13. Alfredo Piragibe on 22 de maio de 2010 at 1:51 PM

    Prezada Elza,

    Como já informei a outros participantes desse debate no grupo não podemos desvirtuar o assunto e muito menos justificar as invasões em terras da União com outro erro realizado pelos denominados “ricos”.

    Entendo que existe muita gente que por lei tenha direito de residir nessa região, porem é fato que existem muitas construções irregulares que coloca em risco o parque do Jardim Botânico e a própria comunidade que antes era uma pacata vila e hoje já é considerada uma grande comunidade.

    Esse crescimento não é bom para o bairro, para vocês e para o parque e para que possamos chegar a um consenso temos que debater a melhor forma de controlar essas áreas e remover as residências que estão irregulares dentro do perímetro do parque.

    Concordo que os funcionários do JB não podem pagar por erros cometidos pela má gestão do Jardim Botânico, mas nós moradores não podemos compactuar com qualquer tipo de construção irregular seja de gente pobre ou gente rica.

    Abraço,
    Alfredo Piragibe

  14. Julio Feferman on 24 de maio de 2010 at 1:02 AM

    Neste caso, Sr. Piragibe, que sejam mapeadas as mansões que serão alvo de despejo e demolição sumária para que os devidos processos sejam instaurados nas instâncias legais. Já que não se trata de poderio econômico, creio que devemos começar por estas que cercearam as matas, impediram acesso a cachoeiras e afugentaram a fauna. Ou o senhor compartilha da opinião, excrescida acima sem nenhum pudor, de que por pagar alto IPTU têm direito à contravenção? Também creio devemos instaurar processo ou denúncia no ministério público contra a má gestão e desvirtuação do parque Jardim Botânico com suas recentes obras, eventos e outros usos duvidosos da área pública. Depois então podemos pensar em averiguar a questão fundiária do horto cuja posse original ocorreu no final do século 19 e é revestida de um arcabouço histórico. Além do mais, creio que por deter o poder, os ricos devem nesta sociedade dar o exemplo. Começemos por um assembléia para avisar a estes abastados moradores que deverão procurar novo lar, sob pena de ruirem-se as casas sobre suas cabeças e a de seus filhos, como ocorrido recentemente em uma ação sórdida de despejo de família pobre mas, com certeza, não menos trabalhadora que a de todos nós.

    Não é uma das principais funções desta associação instaurar processos, como deixa-se explicito em sua página de filiação? Então vamos a eles, pois é disto que nossa sociedade precisa e não de enxergar a sujeira debaixo de nossos tapetes, da miséria a que tão nobres selvagens se submetem a cada vez que precisam sair de seus prédios enjaulados.

    Ou se trata de outra coisa este debate se não o despejo de famílias? O post original da Sr. Maria Helena Nóvoa é coberto de uma espécie de névoa. Coloca-se como boa vizinha e alude a uma “bagunça” instaurada mas não fala com clareza. Peço que a senhora tenha a dignidade e coragem de expor exatamente que bagunça é esta. Seja clara e exponha a sua opinião, ou melhor, exatamente qual a opinião desta associação? Não se use de subterfugios e insinuações para que os outros membros façam o trabalho sujo. Diga a que vem para sabermos exatamente com o que estamos lidando. A quem serve e quem está por trás deste movimento? Que os membros mais expoentes desta direção se pronunciem para que sejam expostos e responsabilizados perante a sociedade.

    E que fique clara a opinião desta associação pois se o que se lê acima é endossado por seus membros então digo que vocês não tem a legitimidade moral para representar este bairro e que esta associação deveria ser dissolvida e substituida por outra que priorize o que é certo, justo e ético como a integração de todos seus moradores, ricos e pobres, a resolução de conflitos de forma digna e com mútuo respeito, e o foco nos problemas que realmente aflingem nossa comunidade e que não são poucos.

  15. Alfredo Piragibe on 24 de maio de 2010 at 12:28 PM

    Prezado Julio,
    Não podemos justificar um erro fazendo outro. Tudo que você relata referente às construções de mansões tem que ser tratada da mesma forma que as construções irregulares no Horto. Sobre a questão do Jardim Botânico não compactuo com o novo museu e muito menos com os interesses comerciais que essa gestão tem em cima de um patrimônio da União.

    A posição da AMA JB é clara sim e queremos junto com todos os moradores o diálogo para chegar a uma solução amigável que seja honesta para todos. O que não é admissível é fingir que não existe um problema e que essas terras serão facilmente legalizadas, pois não serão e o maior prejudicado serão os moradores. Tem muita coisa envolvida para legalização, portanto se não houver um consenso entre os moradores o JB irá continuar a reintegrar as posses inclusive de quem tem por lei direito.

    A preocupação da AMA JB e minha em particular é que existe o interesse leviano de querer legalizar as terras, porem em nenhum desses movimentos existe a preocupação de como será feita a Urbanização e principalmente o controle do crescimento. Acredito que nenhum morador dessa região irá gostar que a antiga vila do Horto, que hoje é uma comunidade vire uma grande Rocinha.

    Para sua tranqüilidade está em andamento um Projeto de Lei 99/2010 no Senado que inviabiliza a legalização do Horto e de outras regiões por se tratarem de áreas de interesse ambiente, de risco e pior da União. Peço que visite o site do Senado e se intere do texto.

    Aproveito para convidá-lo a reunião que será realizada hoje às 20h no Colégio Divina Providência para debater exatamente esse tema. Nosso interesse é o diálogo, pois acredito que apenas dessa forma iremos chegar a um resultado. Se quiser convide outros membros da comunidade do Horto.

    Grato,
    Alfredo Piragibe

  16. Julio Feferman on 25 de maio de 2010 at 12:57 AM

    É Sr. Piragibe, deixou tudo bastante claro quanto a posição da AMA JB. Ja conheço o referido projeto. Obrigado mas não pretendo compactuar com o que não posso concordar por força da ética – e me parece questão fechada na presente gestão. Desejo-lhes paz e iluminação.

  17. Emerson on 5 de junho de 2010 at 1:19 PM

    Estou cansado de pessoas fascistas como o ‘monseñor’ Eduardo Lima que deveria ter vergonha do que fala aqui já que o terreno de sua casa – que era residida pela família Freitas Chebabi – não tinha escritura. O senhor já conseguiu regulariar seu terreno? Se conseguiu nos diga como pois todos os moradores que vivem aqui no Horto muito antes do ‘monseñor’ nascer também querem ter sua situação regularizada. Se não conseguiu ponha o rabo entre as pernas e guarde suas palavras horríveis em sua mente vazia. Estou farto de seu preconceito ‘Monseñor Eduardo Lima’. A sua pessoa parou no tempo da escravidão e de lá não quer sair – só que o senhor muda os papéis falando que é um escravo quando na verdade és um ‘MONSEÑOR’. Fascista, segregador, uma imagem ojerizada em todo o bairro pelas pessoas de bom coração que têm sensibilidade para saber a diferença do que é realmente JUSTIÇA, diferenciando de seu PRECONCEITO! Sinto pena de você, senhor Eduardo Lima. És uma ilha sem coqueiros no meio do oceano pacífico…

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